segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

CORRIDA DAS DUNAS 2022

 

Salvador Pró-Maratona no pós prova

E, graças a Deus, após ter sido cancelada no ano passado, chegou, enfim, o dia da terceira edição da Corrida das Dunas...

Divulgado o calendário da FBA sem que nele constasse a Beach Cross, prova que mora em meu coração (o que nos motivou a montar uma simulação para o próximo sábado, às 5h30 - sintam-se convidados), a Corrida das Dunas, excelentemente organizada por Eduardo Varoli e Weider Polha, veio de novo nos salvar no quesito “pôr à prova os dois meses de treino de base”.

O número de pessoas correndo nas areias nesta época do ano vem aumentando. O que por um lado é muito prazeroso de ver, por outro, faz elevar ainda mais o nível competitivo da Corrida das Dunas.

Naldo puxando uma fila na prova deste domingo

O engraçado é que essas provas coalhadas de feras produzem em mim um efeito meio paradoxal. Entro numa calma não habitual. No aguardo do soar a buzina ontem estava bem menos “leão na jaula” do que costumeiramente fico (rs).

Vindo de uma vitória e de um terceiro lugar na primeira e segunda edições, respectivamente, não obstante sentir-me completamente pronto para desfrutar da viagem, sabia que me manter entre os três primeiros seria uma missão ainda mais difícil do que fora em 2020, quando, apenas a 300 metros da chegada, fiz a ultrapassagem que me levaria ao pódio. 

Se tudo "corresse bem"", escorregaria do geral, pero no mucho, e tentaria garantir o título da faixa 50/54,  o que representaria a particular vitória de completar 10 anos sendo campeão da categoria, com exceção apenas das vezes em que estive no pódio geral, nas provas de areia com premiação por faixa etária.

Beach Cross 2012 - categoria 40/44


Para piorar a situação, no meu ponto de vista pelo menos (choro de corredor rs), somente ao chegarmos no Abaeté na manhã de domingo, descobrimos, pela disposição dos cones de balizamento, que a largada/chegada seria diferente das edições anteriores.

Uma rápida inspeção durante o aquecimento e, pelo grande afunilamento que seria exigido apenas alguns metros depois do pórtico, restou claro (o que tratei logo de dividir com a turma) que era preciso nos posicionar o mais à frente possível.

5,4,3,2,1, vai!



Na busca de não ficar engarrafado no trecho de razoável extensão de single track, com uma largada mais forte que de costume, partimos.

Até atingir a marca do km 1, saí da sétima para a quarta colocação. 

seguido de perto por Felipe Souza


No morro das Boas vindas a “paisagem” era muito parecida com a última edição. Lá na frente seguia Deilton Bispo, desta vez tendo em seu encalço Marcelo dos Santos, menino de ouro da Porcino Assessoria Esportiva, sobre o qual Deilton e eu havíamos conversado que seria o seu maior adversário, minutos antes da largada.


Descendo o Boa vindas na cola do amigo Davi

Aquela briga pela vitória seguiria até o fim, sem contudo, ocorrer nenhuma ultrapassagem, consagrando Deilton como bicampeão da Corrida das Dunas.

Pódio geral masculino - Deilton - Marcelo e Claudio

A briga entre o 3º, 4º e 5º lugares (onde estava metido rs) teria por, assim dizer, um pouquinho mais de emoção.

Antes do 1,5km haveria uma nova surpresa no circuito: um desvio pela esquerda que nos faria cruzar uma lagoa. 

Alan Soares atravessando a lagoa

Mais pra frente, sobretudo a partir da chegada no Morro do Urubu (km 4), subida onde após uns passa e repassa havia conseguido voltar à quarta colocação geral, foi que finalmente entendi que a Corrida das Dunas tinha um novo circuito.

Com o intuito de proteger os atletas (o aviso viera a poucos minutos da largada), fora retirado também o tobogã, de inúmeros sobe e desce (antigo trecho entre 4 e 5km), o que acabou deixando a prova com menor distância, menos técnica e, consequentemente, ainda mais rápida.


 

A cerca de 1 km do fim, Claudio Braz assumiu o terceiro lugar.

Ao nos aproximarmos do Abaeté, mesmo sabendo que o atleta à frente era de categoria diferente, e de que já não valia mais nada, uma vez que o pódio geral já estava definido, aumentei o nível de caretas e parti para tentar, pelo menos, chegar brigando com o amigo Davi do Espírito Santo.

Davi sequer soube da “ameaça”. Entrei no single track no momento exato em que umas 4 pessoas da prova de 3 km que a finalizava caminhando, bloqueara minha passagem. 



Talvez, se estivesse valendo o pódio, teria implorado um “dá licença, por favor”. Na verdade cheguei a ensaiar uma passagem de qualquer jeito, mas levando em consideração tudo que havia acontecido até ali, e as circunstâncias todas, esperei pacientemente até a saída do “túnel”. Não queria passar por mal educado à toa. De quebra, como repasso aos meus filhos  “fingindo-me de educado, livro sempre a cara de minha mãe”. (Rs)



A despeito do chororô, a prova ficou ainda mais bonita, principalmente com a inclusão da passagem na lagoa, e, apenas expressando uma opinião, talvez fosse mais interessante fazer a chegada dos 3km pela antiga descida do Abaeté.

Dividindo o pódio 50/54 com Manu (felicidade geral) e o amigo Antonio Carlos

Após celebrar a chegada em 5º lugar geral, com o consequente título da categoria 50/54, agora era esperar a turma do Salvador Pró-Maratona. Missão prazerosa que fez o tempo voar: a turma chegando feliz com sua prova. Destaque especial para Maria Claudia (Claudinha) e Sueli Mascarenhas, que, junto com a campeoníssima Vanuza Lins, formaram o pódio geral feminino.

Pódio geral feminino - 

Axè!

                                                           - Chovendo na Roseira






Brito e Claudinha




Sérgio no  podio 60 acima

Pataro no podio 55/59 vencido pelo amigo e Prof. Sérgio



Jacson no pódio

Lourenço


Val e Marli no pódio



Brito




Pataro concentrado na chegada


Val


Su

Sergio Dórea





sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

PEDAL CONDE / ARACAJU / PONTAL / MANGUE SECO

 

Com Manoel e Marcondes na chegada em Pontal/SE

E aguamos nosso velho e florido pé-de-sonho...

É verdade que há poucas horas de nossas largadas, ainda não estávamos convictos de quantas pessoas iriam participar do nosso passeio ciclístico, nem exatamente quando,  onde ou para onde.


Em meio ao recrudescimento da Pandemia, e as baixas por elas provocadas,  seja nos próprios pedaleiros  ou em seus parentes próximos (felizmente todos sem complicações), foi necessária muita imaginação para chegarmos à formatação final da nossa viagem.


Até por esse panorama, a gente sabe o quanto precisamos agradecer a Deus a possibilidade  de poder desfrutar dessa amizade em meio às estradas em cima de nossas magrela.

Marcondes na Lagoa do Pau - Coruripe - AL

Assim, deixamos (Manoel e eu) o Conde-BA no último domingo para encontrarmos com Marcondes que acabara saindo sozinho de Maceió na sexta-feira com destino a Mangue Seco.


O local de encontro não poderia ter sido melhor: Aracaju 



Almoçamos felizes, trocando figurinhas sobre nossa pedalada até ali, e ante a expectativa de escrevermos uma nova página comum de nossa estória cicloturística.



Registro no famoso Caranguejo 

Na manhã seguinte, cedinho,  partimos juntos para Mangue Seco.


Com apenas uma parada para um lauto café em Porto do Mato/SE, por volta das 9h já estávamos em nosso destino - Pontal/SE - de onde embarcaríamos para Mangue Seco.


Pouco tempo depois, saída naquela mesma manhã de Maceió, de carro, chegaria também a Sra. Sandra Lyra. A festa agora estava completa e logo estaríamos atravessando o belíssimo rio Real para curtir um pouquinho da terra da Tieta.

Casal Lyra


 Graças a Deus!


                                     Clique na seta para ver um pouco do passeio


Fotos do regenerativo em Salvador na quarta-feira

Marcondes e a turma no Fartlek em Piatã




Outras fotos da viagem

bike de Marcondes


Parada obrigatória desde o II Salvador Aracaju Correndo