domingo, 11 de abril de 2021

A SOTEROPOLITANA MARATONA DE SAMPA

 

comemorando a missão cumprida


 Hoje seria dia da Maratona de São Paulo...

Na impossibilidade de “cruzar a Ipiranga e Avenida São João”, sempre agradecendo a Deus, a solução foi percorrer os 42,2 km em nossa Salvador.

Pra ser sincero, desde que combinamos com a turma que a maratona paulista seria a prova alvo do primeiro semestre, todo nós sabíamos que a possibilidade dela não ocorrer era grande (apesar de não imaginarmos que a situação iria se complicar tanto) e naturalmente o plano “B” já era também uma realidade.

Pataro e Val correndo com a camisa da maratona virtual de São Paulo - 

Encerrado o período de base em 10 de janeiro e mantendo de lá pra cá o foco na preparação, independentemente de onde iriamos realizar nossa “competição”, a parceria com os amigos de treino no dia a dia, ajuda e muito na travessia desse momento tão difícil.


Não temos a menor dúvida, por exemplo, que muito do sucesso de nossa exitosa corrida de Salvador a Aracaju há 03 semanas, devemos a esse “juntar” de treinos sempre que possível, apesar da grande diferença nas planilhas e dos velhos e bons malabarismos logísticos para que as coisas aconteçam.

Desta forma, então para Pataro e eu "os vovôs agradecidos" da turma, hoje mais uma vez era dia de usar nossa experiência para fazer companhia e ajudar cada um a chegar a meta para a qual haviam se preparado.


O PERCURSO DA MARATONA

Lay passando na Praça Cairu

Saindo do Jardim de Alah no sentido Boca do Rio, nossa maratona deu meia volta para pegar por toda orla até o Porto da Barra, e depois seguir pela ladeira da Barra, Vitória, Quartel dos Aflitos, Praça Cairu, Av. Miguel Calmon, Túnel Américo Simas, Vale de Nazaré, Dique, Centenário, Garibaldi, Lucaia, Parque da Cidade, Itaigara, Rua Território do Amapá, Rua Paulo VI, Caminho das Árvores, Praça dos Eucaliptos, Av. Trancredo Neves, Av. Magalhães Neto, Parque Costa Azul, completando os 42,2 no mesmo local da saída.

15 dias antes, havíamos marcado de bicicleta o circuito, o que resultou na produção de um filme (dividido em 03 partes) que foram liberados a conta-gotas apenas durante a semana da competição. Uma forma de ir deixando a turma com aquela sensação boa na barriga, (rs) tão familiar a quem está prestes a botar à prova os meses de preparação

Val no Monumento  Cleriston Andrade

A principal orientação para a escolha do percurso de nossa soteropolitana maratona de Sampa (com largada e chegada no Jardim de Alah) foi poder apreciar o máximo de beleza possível de nossa Capital, algo que pudesse ficar na memória de todos com um delicioso city tour.

Robson e Manoel

Isso acabou por deixá-la bastante técnica, ou seja, bem longe de ser um traçado favorável a recordes pessoais e bem diferente da nossa prova simbólica em 2020 quando partimos de Salvador para Guarajuba.

Ciente disso, a galera que já havia aproveitado a meia maratona da semana passada, quando a maioria entregou a “prova” com tempos muito próximos das competições reais e com direito até a RP, partiu para a missão de hoje com a grata sensação de que, mais uma vez, estávamos numa grande confraternização de fim de ciclo.

Lay puxada por Jackson  que fez 21k antes de passar ao suporte

Pensando nisso, e para não forçar a barra para ninguém, sem avisar o resto da turma marquei com Manoel e Pataro que, caso o grupo fosse se separando, iríamos cada um de nósfazer dupla com as três estrelas principais da festa: Val (em sua segunda maratona) e os estreantes Lay e Robson.

Gil no super suporte de bike


Nossos staffs de luxo, Gil, Jailton e Jakson, com toda boa energia e sensibilidade emprestada ao evento, ajudaram a tornar ainda mais prazerosa nossa missão.

comboiando a menina Lay em sua primeira maratona

No fim, rostos felizes, ainda que cansados rs, ninguém podia negar, que “alguma coisa acontecera em nossos corações”. Graças à Deus!



Passemos às fotos!