domingo, 28 de dezembro de 2014

202K DE PEDAL + 15K DE CORRIDA

FOTO DE CIMA: EM DIAS D'ÁVILA COM JOEL NO SÁBADO
FOTO DE BAIXO: COM ANDERSON, GIL, MÁRCIO, BRUNO, ROGÉRIO, TIA LALÁ, PATARO, RUBEM, PAULO, PEDRO E DEJA NO PARQUE DE PITUAÇU NO DOMINGO

O final de semana movimentado, fazendo jus ao nome deste Blog, foi daqueles “do jeito que seu nego gosta”: 202km de pedalada no sábado e aproximadamente 15k de corrida entre amigos no domingo.

Sábado
Com o objetivo de fazer um pedal de 180km, somente na véspera, quando descobri que Joel “motorzinho” ia iniciar uma viagem de 03 dias de bike para os lados de Paulo Afonso é que decidi (mais ou menos rs) meu destino.



Às 4:30, pegando uma carona com o amigo e esforçando-me para não atrapalhar o ritmo do cara que está monstro, seguimos juntos via BR 324 e BA 093 até a cidade de Dias D’Ávila.

Após um registro no ponto de bifurcação de nossas pedaladas, ambos felizes com o ritmo empregado neste começo de jornada, entre “boas viagens” cada qual seguiu seu caminho.

Separando os caminhos

O de Joel para aquele dia previa dormir na cidade de Olindina (215km),  onde de fato chegou com apenas uma parada para almoço em Inhambupe.


O meu estava meio louco.

Um motivo é que, para fazer toda a pedalada num só sentido, havia previsto fazer os 180 entre Santo Antônio de Jesus e Salvador, mas não havia conseguido tempo de viajar para aquela cidade um dia antes, outro, era a intenção de acabar meu passeio em casa (evitando deslocamento em ônibus no retorno) e com isso ter tempo para descanso antes do compromisso de corrida com os amigos no domingo.

Pois bem. Atravessei a cidade de Dias D’Ávila em direção à Via Parafuso, a intenção era chegar a Camaçari e acessar a Cascalheira para “cair” na Estrada do Coco, onde imaginava que provavelmente iria encontrar algum grupo de ciclistas com batedores e poderia aproveitar para “pegar uma roda”.

Para variar, me perdi pelas avenidas que levam ao Pólo Petroquímico, mas ao invés de fazer logo meia-volta quando percebi o erro, aproveitei para seguir perimetrais e radiais adentro e, com isso, ir acumulando quilômetros.

Na Cascalheira, ao famoso contra-vento existente no sentido Camaçari-Orla, juntou-se uma chuva torrencial fazendo despencar o bom ritmo em que vinha andando.

Cheguei finalmente ao Pedágio com mais de 80km e não demorou muito minha “profecia” se cumpriu. Com a fome apertando, mas firme no propósito de parar apenas em Guarajuba, seguia meio distraído, quando fui ultrapassado por um grande grupo de ciclistas de passeio.


Que beleza! Era o estímulo que precisava para esquecer a barriga. Colado na galera que liderava a pedalada o ritmo fluiu novamente.

Em Arembepe, numa parada feita para dividir o grupo (alguns voltariam dali) fui convidado por Silas Vieira para seguir oficialmente junto com os que continuariam até Praia do Forte.



Já ambientado com a galera, chegamos a Guarajuba, onde também eles haviam reservado uma parada. Com 110km pedalados entrei no posto arrasando: baguete de atum, gatorade, suco, café, duas bananinhas e água mineral.

Com um pouco mais de pressa que os recém-acompanhantes, retornei para a estrada mais cedo, voltando a vê-los somente quando já retornava, nas proximidades de Itacimirim.

À certa altura do campeonato (o sol já tava tostando meus miolos e não me lembro muito bem rs) combinei pelo telefone com a super “tia” Lalá que condicionaria minha próxima parada à hora em que nos encontrássemos no Yan Ping de Lauro de Freitas, onde ela iria almoçar, pedindo-lhe que me “salvasse” com um Açaí do Charles.

Monitorando-nos constantemente, por causa do intenso engarrafamento que a “titia” vinha enfrentando, percebemos que eu seria o primeiro a chegar ao local de encontro, então para não ficar parado, aproveitei para conhecer Vida Nova e lá dentro descobri uma enorme reta, onde, revezando-me entre ventos prós e contras mandei mais umas dezenas de quilômetros para o garmin antes de sua chegada.


O Açaí do Charles estava como sempre maravilhoso e enquanto me deliciava e contava as estórias da manhã, ganhava de presente da titia uma carinhosa reaplicação de protetor solar.

Naquele momento me dei conta de que a meta do dia estava cumprida, então reanimado pelo carinho e pelo alimento, pensei: se é para superar os 180 que seja logo com 200km.


 Sem pestanejar, reanimado pelo novo objetivo, tomei o caminho mais longo para casa (via Paralela / São Rafael / Regional) e cheguei a Cajazeiras com 202km pedalados. Ótima manhã.

Domingo
O palco da festa era o sempre agradável e delicioso Parque de Pituaçu.



Nosso treino-festa estava marcado para iniciar às 06:20 da manhã e por volta das 06:00 os “convidados”  começaram a chegar.

Havíamos programado 01 e/ou 02 voltas no Parque (15 ou 30km), mas pelos telefonemas e email recebidos, fui percebendo que nenhum dos corredores tinha previsão de fazer as duas voltas.

Entre os próprios 04 “caronas” que seguiam comigo no carro, não havia ninguém com intenção de fazer os 30k, então, por questão de sensatez (não fazia sentido deixar os caronas esperando), assim que foi confirmada a não existência de convidados interessados nas duas voltas, comunicamos ao grupo que faríamos apenas 01.

Rogério e Pataro exibindo a camisa do treino da próxima quarta-feira
Afinal, antes do final do ano ainda temos dois treinos de confraternização: 16k com a turma do CT “Pinicão”, em Cajazeiras, e 50k com Rogério, com largada no Bonfim e chegada em Stela Maris.


Foi apenas uma, mas foi ótima (rs) e aqui deixo logo meu muito obrigado pela presença de cada um. Corrida para respirar ar puro, acalmar o coração, dar risadas e jogar conversa fora.

Podem até me acusar de “puxar a sardinha para minha brasa”, mas antes de fechar esse texto, não posso deixar de dar o devido destaque para a “tia” Lalá (única mulher na brincadeira desta manhã), que com assombrosa facilidade verdadeiramente passeou e curtiu os quase 15k da volta.

Tia Lalá tranquila nos quase 15k

Até a próxima!

P.S.

Enquanto subia as fotos desta postagem recebi notícias de Joel que já encontra-se com sua bike na cidade de Jeremoabo (380k).































quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL 2014

Arthur, Pedro, Rafinha e Luan em Valente


- Existe sim Rafinha!

Há alguns dias venho presenciando esta ferrenha discussão entre meus dois pequeninos. É seguro que quando ela começa, em algum momento (geralmente quando já estão escasseando os argumentos e nenhum dos dois consegue convencer ao outro) serei convocado para decidir a parada.

- Não é verdade, papai?

- Se você acredita – respondo, ele existe! (rs)

Rafa e Luan em Amargosa

Mais que tentar uma conciliação, a resposta “em cima do muro” busca não mentir para o moleque menor, que já consegue até apresentar-me a nota fiscal de um presente supostamente trazido pelo bom velhinho, nem apressar-me em desfazer a fantasia do seu irmão maior, que lhe rebate convictamente a proposta de ficar a noite inteira acordado para “ver” que o papai Noel não existe com afirmações do tipo: “Não adianta nada ficar acordado, os Elfos que o ajudam são bem treinados e jamais nos deixariam vê-lo.”

O clima que se forma nesta época deveria estender-se por todo o ano, por isso defendo a ideia de que deveríamos ter pelo menos um natal por mês. Em minha opinião, as muitas confraternizações de amigos, as reuniões familiares e o tal espírito natalino nos deixam melhor.

Noite de Naal na casa de Chico que já voltou a trotar e  vem quente para 2015

O ano está indo embora e os planos para 2015 já estão sendo feitos. O primeiro Desafio do Semestre já foi escolhido e com a permissão de Deus será a Maratona de Santiago no dia 12 de abril.

Após a semana maravilhosa que passamos viajando de bicicleta entre Maceió e João Pessoa, os treinos de base já foram disparados e seguem em bons ventos.

Largada para os tradicionais 18 k de ladeira entre ent. Elísio Medrado e Amargosa

Neste próximo final de semana teremos mais uma brincadeira ao lado de amigos  para cumprir: 180km de bike no sábado e 30km de corrida no domingo.

Desejo a todos um Feliz Natal!*


*independente de existir ou não Papai Noel.