terça-feira, 23 de julho de 2013

TRABALHANDO (E CORRENDO) EM PARATINGA / MEIA DA BAHIA




De volta a Salvador, de volta aos treinos.

A planilha para os 10k de Jacobina já está a todo vapor e, apesar de chegar cansado de Paratinga, cidade onde estive trabalhando desde a última sexta-feira, a sugestão dada por Pataro para adiar os tiros de 400, 1.000 e 200 metros programados para hoje nem sequer foi analisada.




Boa decisão, já que ao chegarmos no C.T. encontramos Alan, que, solidário, resolveu dividir conosco a mesma missão, tornando-a como sempre mais sofrida (rs), mas também muito mais divertida.



A exemplo de vários outros amigos que treinavam no C.T. hoje, Pataro estava muito animado com o tempo obtido no domingo (1h33') e nos poucos momentos para respirar que tivemos a resenha foi toda dedicada à Meia Maratona Caixa da Bahia, verdadeira "festa da Capitá" que aconteceu neste final de semana enquanto estive "ralando" na cidade paratinguense.
Lu Bastos (vice-campeã na sua categoria) e Pataro entre as amigas estreantes em meia Cristiana e Thaís 

Mas nem só de trabalho vive o homem, ainda mais quando se está numa cidade à beira do Rio São Francisco.


Sem prejuízo à dedicação no atendimento aos eleitores que passaram pelo "TRE PERTO DE VOCÊ" (projeto que leva a bairros e cidades mais carentes e/ou distantes uma equipe para resolver problemas ligados ao título eleitoral), pra variar (rs), arranjei tempo para treinar e conhecer um pouco mais da antiga Santo Antônio do Urubu de Cima.
Visão da sacada da Pousada

Digo conhecer um pouco mais porque há 11 anos, numa viagem de bike para a Bolívia, pernoitei em Paratinga, aliás, na mesma Pousada, onde sem outra opção, "coincidentemente", hospedamo-nos todos.

A mesma sacada em Dezembro de 2001
Desta vez foram 5 dias, deu para ver um pouco mais da cidade e sua gente e, naturalmente, cresceu em mim a afeição por este lugar.

Falando em afeição e admiração, algo muito parecido aconteceu com "o time" que formamos para dar conta deste trabalho, composto no início da viagem apenas por 16 colegas e que ao final dela já estava ganhando uma tremenda cara de família.


Até a próxima!

FOTOS DE LÁ E DE CÁ









Cristiano


Ivone e Lu na já tradicional foto pós-prova

Igreja Matriz de Santo Antônio


Deja e sua medalha
Cris, Salete e Adriana em frente a Igreja da Matriz

Salete aproveitando um show na praça para reforçar a divulgação da presença do TRE na cidade

Danilo e Ianini curtindo a areia de praia do Velho Chico


Galera forte: Carlinhos 1h 23; João Paulo 1h 24; Chico 1h 25


Chegada do Prof. Carlinhos na Meia - 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O PRAZER DE SER CORREDOR / TREINANDO NAS DUNAS


Audir, Jane, Cristiane, Thais, Cristiana, Lu Bastos, Berilo, Pedro, Rosevaldo, Paulo, Rogério, Deja, Cristiano, Derneval, Valdir, Alan, Morcegão, Rosivaldo, Rubem, Van, Vitório, Joel e Moésio

Há quase sete anos a corrida entrou em minha vida, pegando-me pelo pé inusitadamente pela veia da competitividade.

Como ciclista jamais havia participado de uma competição e sequer tolerava que chamassem nossas pedaladas de treino. O grande barato em cima da magrela para mim sempre foi “dar uma volta”, principalmente quando este passeio me leva a outras cidades.

Talvez por julgar o espírito competitivo algo menor e incompatível com o verdadeiro amor ao esporte, por muito tempo enxerguei-me apenas como o “bicicleteiro” (sempre gostei mais desta denominação) que corria.

Mas o tempo passou...

Sem deixar de ser competitivo, descobri nas corridas, sobretudo nas mais lentas, um prazer muito semelhante ao que sou exposto quando sinto no rosto o carinho do vento enquanto pedalo, e então, caminho natural, da mesma forma que sempre busquei levar pessoas a “bicicletar” passei, também, a apresentá-las à corrida.

Convicto da minha porção corredor, como incentivador de encontros tão positivos como o deste domingo, hoje tenho que admitir que a sensação  é um misto de orgulho e gratidão às pessoas que fazem acontecer estes eventos.

É emocionante ver a energia boa desta galera que em plena madrugada, antevendo as endorfinas que estão por lhes envolver, vibra, canta, ri e dança, celebrando o encontro e o fato de estarem ali. Naquela hora somos todos iguais.

A despeito da festa e de toda beleza, 1 hora e meia nas Dunas é um desafio de bom tamanho para qualquer nível de condicionamento e traz grande satisfação saber que, independente do número de voltas e/ou tempo em que estiveram desfrutando daquele verdadeiro presente de Deus, as 24 pessoas envolvidas saíram de lá contentes com suas “performances”.

Por volta das 9 da manhã, com o agradável sentimento de “já ter ganho o dia” e libertos  de toda e qualquer culpa, entre macaxeiras, cuscuzes e sucos de frutas, encerramos nossos trabalhos com um substancioso café da manhã sertanejo.

Boa semana!