sábado, 22 de setembro de 2012

JUAZEIRO DA BAHIA


Após o “controle do fogo” e tendo a possibilidade de chegar um pouco mais tarde no trabalho, este sábado restou perfeito para um verdadeiro city tour pela cidade de Juazeiro.

Prevendo 03 horas de corrida, às 5:00 da manhã saí do Hotel em direção à Lagoa do Calu, onde pretendia dar algumas voltas antes de seguir viagem pelas ruas juazeirenses.


A pista em volta da Lagoa tem 900 metros de extensão; na quinta-feira havia feito um treino de 20 voltas em fartlek (10 fortes, 10 fracas) por lá e, sendo hoje sábado, imaginei que ali poderia encontrar alguém ou algum grupo preparando-se para um longão.

Não deu outra.

Logo nas primeiras voltas abordei um corredor que estivera se alongando e iniciava seu trote em direção à rua. Ao descobrir que ele iria fazer 07 quilômetros, sem cerimônias convidei-me para fazer parte do seu treino.

Eugênio (sol da primavera nascendo ao fundo)
Após pouco mais de meia hora de ritmo moderado / intenso estávamos de volta à Lagoa do Calu, onde despedi-me do veloz Eugênio e, “baixando a bola”, segui meu caminho.
Av. Adolfo Viana
Descendo pela Adolfo Viana vieram-me à cabeça lembranças da Meia-Maratona Tiradentes, que ao chegar neste ponto faz com que espichemos o olhar o tempo todo no afã de ver chegar logo a orla para poder finalizar a corrida.

Muito longe de terminar o longão de hoje, ao dobrar a esquina não havia pórtico de chegada algum, porém o quadro que se descortinou é daqueles que a gente não se cansa nunca de apreciar: o Velho Chico, suas embarcações e a Ponte Presidente Dutra.


Após muito “sobe e desce” pelas ruas próximas à orla peguei a rampa para atravessar a ponte (claro que não iria deixar de dar esse tom interestadual ao longão) e chegar a Petrolina/PE.



“Petrolina nem chegaste a perceber...”


Do lado pernambucano, apesar da grande dimensão da cidade-irmã, por causa do adiantado da hora mantive-me correndo ao lado do Rio São Francisco (tendo privilegiadíssima vista da cidade de Juazeiro) até chegar o momento de tomar o caminho de volta pra “casa”.

Nego D'água - Diz a Lenda que sua diversão é assustar os embarcados

O dia de trabalho com toda certeza seria mais feliz, principalmente porque já sabia que no fim da tarde a paisagem dessa linda cidade ficaria ainda mais bela com a chegada da "tia" Lalá.


 Até a próxima!



terça-feira, 18 de setembro de 2012

XXVII CORRIDA DO ÁGUIA - 06 ANOS DE CORRIDA E "TIA" LALÁ

Cachoeira "Veu de Noiva" em Itaitu - Jacobina/BA
Para comemorar os 06 anos de corrida, no último domingo participei da prova de 5,5km (na verdade quase 06km), uma das opções de distância da XXVII CORRIDA DO ÁGUIA, que é promovida pela Polícia Militar da Bahia / Esquadrão de Motociclistas Águia, com a coordenação do DE/CEFD.

A escolha pela distância menor deu-se pelo desejo de voltar rapidamente para casa a fim de ficar com os pimpolhos Rafa e Luan, que pelos meus cálculos ainda estariam dormindo.
puxando rede no sábado

No momento em que chegamos (Adautro e eu) em frente à UFBA, uma enorme fila para entrega das camisas do evento denunciava que, lamentavelmente, a largada não iria ocorrer no horário programado.

Às 7:45 o som forte de uma sirene anunciava a partida conjunta das duas provas (5,5 e 11k). Para compensar o atraso, decidiram abandonar a escalonagem prevista no Regulamento da prova. Mais tarde, infelizmente, descobriria que aquela não seria a última vez que iriam esquecer as normas.

A premiação pecuniária atraíra para a prova principal (11km) a imensa maioria das feras presentes naquela manhã.

Nossa prova, além de não ter dinheiro, não previa premiação por categoria. Apenas os 03 primeiros colocados no geral Masculino e Feminino receberiam troféus.

Apesar do local da largada em comum, as duas provas separaram-se logo no começo, com a turma dos 11 saindo em direção à Orla e a turma dos 5,5 (é, quase 6... rs) indo na direção oposta.

Havia me prometido que não repetiria o erro de Jacobina, mas apesar de não sair muito forte, com menos de 200 metros descobri-me liderando a prova. Na hora senti uma coisa engraçada: de repente tudo ficara silencioso. Parecia que estava ali sozinho, deslizando, como nos meus melhores sonhos. Não ouvia passos, vozes, nada...

A ultrapassagem à toda de Egnaldo, além de me trazer a realidade, trouxe-me à cabeça os seguintes pensamentos: “Que é que esse cara tá fazendo aqui? Opa, uma vaga a menos no pódio”.

Conhecendo o quanto corria aquela fera, que poderia tranquilamente estar brigando com o time A na prova principal, nem pensei em dar testa, mas resolvi segui-lo o mais perto possível para preservar a segunda colocação.

Próximo ao ISBA (3,5km aproximadamente), mantinha ainda uma distância razoável do primeiro colocado e, apesar da curiosidade, esforçava-me o máximo para não olhar para trás. Qual não foi minha surpresa quando recebi a ultrapassagem e um grito de "vamos Roberto!" de ninguém menos que José Carlos do Espírito Santo (entre outras conquistas, Campeão da I Corrida do servidor em 2010 e vice-campeão agora em 2011).

“Lá se foi outra vaga... Mas o que é que esse cara tá fazendo aqui...”, foram novamente meus pensamentos, e as senhas presas na camisa esvoaçando à minha frente acabavam com a fugaz esperança de que ele pudesse estar ali correndo sem inscrição.

Na esperança de fugir de uma nova ultrapassagem e torcendo para a corrida acabar logo, aceitei o convite e apertei o ritmo para acompanhar Espírito Santo. 

Logo estávamos passando no mesmo local da largada, só que agora, para fechar a prova, faltava a ladeira do Zoológico, que além de muito íngreme é bem longa (cerca de 700 metros). Após esta subida pelo menos uns 800 metros ainda nos separariam do pórtico de chegada no Ninho das Águias.

Aproveitei uma curva em 90 graus para dar uma olhada e felizmente não vi ninguém se aproximando, entretanto, com medo de ter sido traído pela visão, preferi manter o ritmo.

A meu favor tinha agora a cabeça boa para enfrentar ladeiras. Durante toda a prova havia mentalizado que ali seria um lugar onde eu poderia ultrapassar ou me afastar de alguém.

Focado na técnica, tomei um susto quando vi que havia diminuído drasticamente a distância que me separava de Espírito Santo; animado por esse avanço, concentrei-me ainda mais e, bem antes do ponto que imaginei alcança-lo na ladeira, já havia emparelhado com ele, que, desportivamente, cumprimentou-me com um bater de palmas.

Sabendo o quanto ainda faltaria para terminar a corrida depois que acabasse a ladeira e do grande potencial do adversário que teria no calcanhar, confesso que na hora só pensava que seria ultrapassado depois, no plano, mas que aquela subida iria me ajudar a garantir o terceiro lugar.

Exatamente em frente à entrada do Zoo, visivelmente surpreso por me encontrar passando naquela colocação, estava o amigo Deja, que, empolgado, soltou um grito de incentivo que foi fundamental para que aumentasse o ritmo e chegasse ao Ninho das Águias como vice-campeão dos 5,5k.

Após a chegada juntei-me a Deja na divulgação da I Corrida Rústica de Cajazeiras X, enquanto aguardava a premiação.



Apesar de saber que era uma prova de poucos corredores (78 no total) estava muito feliz com a colocação; inscrevera-me nesta competição pela WORKING SPORTS (usando a camisa com o logo da Academia) e esperava homenageá-los com este singelo pódio, mas não foi o que aconteceu...

O nome dos três primeiros colocados tanto no feminino quanto no masculino foi divulgado (ainda não havia chegado o campeão dos 11km).  Começamos a questionar sobre os troféus e o que se viu foi um total desencontro de informações.

"Infelizmente foi um equívoco". 
Para não entrar em detalhes que realmente não caberiam numa festa de 06 anos, essa frase sintetiza tudo que ouvimos por lá.

“DA PREMIAÇÃO PROVA PARTICIPAÇÃO (5 km)
(…)
Receberão Troféu:
Os três primeiros homens e as três primeiras mulheres na classificação Geral;
(…)”

O trecho acima foi transcrito do Regulamento da Prova. Será que caberia alguma dúvida?

Sem tempo para seguir na briga pelos nossos direitos, saí de lá com uma promessa do Prof. Og. Robson de que a FBA iria reparar o erro nos entregando os troféus. É claro que agradecemos a sensibilidade do Presidente, mas quem nos trará de volta o momento que nos foi roubado? Pode parecer bobagem para quem organiza, mas quem é corredor sabe do que estou falando.


À tarde, após levar os moleques Rafa e Luan para a casa da sua mamãe, peguei a estrada para ir festejar com tia Lalá em Jacobina outro aniversário de 06 anos muito importante para mim.


A corrida e a tia Lalá invadiram simultaneamente minha vida. Já contei aqui essa estória, mas não custa nada dar uma lembradinha... rs

Cachoeira do Alves - Jacobina/BA

“dei muita sorte (rs). Comecei a correr num sábado de manhã e, na noite do domingo, conheci a ‘titia’. Tempo suficiente o bastante para hoje, se ela ensaia alguma reclamação por eu estar correndo demais, eu poder usar aquela famigerada frase: ‘Você já me conheceu assim...’ rs.

O corre-corre da eleição é grande e, no meio deste passeio fui convocado para trabalhar uma semana aqui em Juazeiro, de onde, nos próximos dias, tão logo “o carro entre nos trilhos”, se Deus quiser, enviarei notícias de novos caminhos percorridos.

Até a próxima!





tradicional aviaozinho do Samuca



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

FIM DE SEMANA (DE TREINO) PROLONGADO

nataldeontem.blogspot.com

As iminentes eleições municipais exigiam que este feriadão fosse de trabalho; a necessidade de estar de plantão no TRE nas tardes de sexta, sábado e domingo retiravam qualquer possibilidade de estar com a "tia Lalá”, que também trabalha no mesmo órgão, mas em cidade diversa; pra “acabar de matar", coincidia de não ser meu final de semana com os meninos. O feriadão da independência ia se avizinhando e o quadro que se oferecia não era nada bom... o jeito era me vingar nos treinos.

07 de setembro (sexta-feira)


Víctor, Carlinhos, Thiago, João Paulo, Peralva eu e Pataro
Acompanhado de Pataro e Carlinhos, dirigi-me ao Condomínio Interlagos para nos juntarmos ao time de Rafael Peralva e Cia.

No meio da semana havia acertado com João Paulo para fazermos um treino em circuito em ritmo moderado/intenso. Apesar de chegarmos lá cedo, o papo com a galera estava tão bom que somente às 10:00 da manhã é que fomos começar a corrida.

Esse "atraso" na largada, entretanto, não era somente pelas boas estórias que rolavam, a ideia do Peralva era enfrentar o sol mais escaldante possível (treino mental) e acho que se eu não chegasse dizendo que iria trabalhar à tarde o negócio teria sido ainda pior! rs

Água, cápsula de sal, carboidrato em gel, maltodextrina, coca-cola (rs), BCAA, isotônicos, etc. Um verdadeiro arsenal foi deixado em frente à casa e a cada passagem (3,5km) a ordem era passar a mão em alguma dessas "armas" e seguir adiante.


Em ritmo tranquilo, partimos todos juntos (Thiago Barros, João Paulo, Victor Dattoli, eu, Jefferson Pataro e Carlinhos "Bala") para a primeira volta, em que o MC Peralva nos apresentaria o circuito. Adivinhando que depois não teríamos mais um "passeio" daqueles, aproveitei para fazer alguns registros.



"Vamos rezar para o sol sair bem forte!" 
Assim que completamos a primeira volta, essa frase, dita em alta voz pelo "psico total" Rafael Peralva, foi a senha para que todos nos atirássemos com entusiasmo na batalha.


O treino foi maravilhoso! Durante 06 voltas (21km) corri ao lado de João Paulo, que está em preparação para correr a Maratona de Buenos Aires e a partir dali resolveu dar uma apertada no ritmo para tentar encostar na dupla da frente (Carlinhos e Peralva).

Como o sol havia atendido nossas preces (havia um trecho em que parecíamos estar num forno) e o foco principal agora são as 24h de Campinas, nem pensei (nem sei se aguentaria rs) em acompanhar o J.P., que com passadas firmes foi embora.

O calor ia assando os miolos. Pataro, que vinha seguindo atrás da gente, acabou parando na oitava volta (28km) e Thiago Barros, que está em ritmo de recuperação, optou por fazer "apenas" 25km.


A coisa estava tão quente nas últimas voltas que o Victor, o último a fechar os 35km (não sabemos se conscientemente  ou não), ao partir para a décima, passou a mão numa coca-cola e, em vez de bebê-la, despejou-a nas costas e na cabeça.


A confraternização pós-treino também estava muito boa, mas o dever me chamava e, infelizmente, tive que atrapalhar a festa de Carlinhos que, "pra variar", já havia conquistado todo mundo com sua simpatia. 


Time dos 35k
Peralva e Carlinhos
2h41
João Paulo
2h44
Roberto
2h53
Victor
3h23

08 de setembro (sábado)



Ao contrário do dia anterior, o compromisso do sábado era bem cedinho. Nem bem havia clareado e já ganhava as ruas a bordo da minha magrela com destino a São Francisco do Conde.

Não era por acaso que faria aquele passeio de ida e volta àquela cidade do recôncavo baiano. A doce tarefa de marcar as distâncias dos dois caminhos possíveis para chegar à bela São Francisco do Conde era exigida como forma de avaliar a possibilidade de futuros treinos preparativos (longões) para as 24h de Campinas 2012.


Joel e Mário retornando do Pedágio
No caminho encontrei-me com Joel e Mário, que me dariam uma puxada até o primeiro pedágio da BR 324 de onde, por conta de compromissos, precisariam retornar.

A presença dos envenenados amigos foi de vital importância para dar uma melhorada no ritmo deste ciclista meio enferrujado. Bastante agradecido pela força que haviam me dado, liguei o som e segui viagem. 



Optei por ir via Candeias e em poucos minutos a velha e inesgotável sensação de felicidade tomava conta de mim. 



Com 2 horas e meia de pedal já estava na Orla de São Francisco e, após uma parada para "encher o tanque", tomei o caminho de volta para Salvador, agora via Geari / Santo Amaro.


3 horas e 20 minutos depois (com direito a uma troca de câmara de ar no Posto Dalva) estava de volta a Salvador e, mais uma vez, precisava correr para não me atrasar para o trabalho.


Salvador - São Francisco do Conde
IDA (via Candeias): 62Km
VOLTA (via Geari): 74Km
136Km: aproximadamente 6h

09 de setembro (domingo)
Carlinhos descendo  ladeira da Recuperação (caminho inverso da ladeira da Paciência)
Acordei no dia de ontem com uma gostosa dor nas coxas (sinal que haviam trabalhado bem) e o treino escolhido para fechar com chave de ouro o final de semana prolongado não era nenhuma moleza: 2 horas de Dunas. Novamente circuito e novamente acompanhado do imbatível Carlinhos.


 Às 7:10 cheguei no CT das Dunas e já encontrei o Prof. Carlinhos. "Não me chamem pra correr menos de duas horas que eu não vou". A gente vive escutando isso do Prof. e como bom aluno que tento ser, não iria lhe decepcionar. Foram exatas duas horas, lado a lado, boa parte delas relembrando o excelente treino da sexta.


No final, antes de encarar o trabalho, ainda sobrou tempo para um mergulho na Praia de Jaguaribe.

Obrigado Deus por toda energia com que nos presenteia!

Junto com Caio e os filhotes Rafinha e Luan (final de semana passado)

Boa semana a todos!

sábado, 1 de setembro de 2012

LONGUINHO D'AVENTURA (27 KM)

Na Paralela Edmilson e Ivone (destaques do dia)

Após uma noite bastante complicada por conta de uma repentina gripe que me acometera, uma chuva torrencial veio anunciar o amanhecer deste sábado.

Como autômato, dirigi-me ao banheiro e o que vi refletido no espelho, junto com aquele barulhinho lá fora (além de não ser a coisa mais agradável do mundo), sugeria um retorno imediato às cobertas, entretanto em poucos minutos os habituais telefonemas das manhãs de treino com o Salvador Pró-Maratona já se iniciavam, extinguindo completamente esta possibilidade. 

Sabemos que as duas corridas que irão acontecer amanhã em nossa cidade foram responsáveis pela ausências de pessoas que nos são bastante caras, mas depois  do excelente treino de hoje, só posso agradecer muito a todos que estiveram lá presente, certamente sem esse compromisso e a companhia desses irmãos apaixonados do nosso esporte não teria vivido essa manhã tão divertida.

* * *

Às 6:00 da manhã já estávamos (Pataro, Edmilson, Gil, eu, Valdir e Ivone)  no Monumento Luís Eduardo na Paralela, prontos para começar nossa aventura. 

Era de conhecimento geral que faríamos 27 km, indo pela Paralela e voltando ao mesmo ponto pela Orla, com grande variedade de pisos, mas neste caso os detalhes iriam fazer toda diferença.


Joel juntando-se ao grupo
Após alguns quilômetros encontramos com Joel que tinha vindo correndo desde sua casa e nos aguardava no Posto 2.

Após 10 km deixamos a grama da Paralela e entramos na Alameda das Praias. A mudança para o piso de asfalto durou apenas até chegarmos Alameda Praia de Garapuá.

Deixara ali escondida, sob o capacete da minha moto, uma sacola térmica com alguns isotônicos, mas muitos começaram a desconfiar que havia mais coisas ali...correríamos nas Dunas.



entrando nas Dunas

A moto estava ali para que Joel  não se atrasasse no seu compromisso. Seriam 03 km de muita areia a Lagoa do Abaeté e mesmo sabendo que não iria até lá, ele entrou para curtir um pouco daquele tapete branco.



No Abaeté rápida parada para reposição de tênis/retirada de areia e descemos até o Largo de Cira onde passamos a correr na beira-mar.

Praia de Itapoan

Na altura da Ponte do Jaguaribe passamos para a calçada de pedestre (ao lado da ciclovia) e, quando alguns esperavam que fôssemos finalmente pegar asfalto subindo pela Av. Pinto de Aguiar, passamos direto e entramos no Parque Metropolitano de Pituaçu.



Após 4 km de trilha pegamos a saída do Parque que dá para a Paralela (não sem antes fazermos um brinde de água de coco) que nos fez sair exatamente em frente ao Monumento Luís Eduardo onde nossos carros estavam estacionados.



A brincadeira havia terminado. Destaque para a casca-grossa Ivone, única mulher no grupo hoje, que enfrentou destemidamente e com sorriso no rosto todos "obstáculos" do percurso e, também, para Edmilson, que está prestes a fazer sua primeira maratona (Maratona de Recife 30/10) e para não deixar dúvida quanto a estar preparado dispensou as caronas oferecidas e seguiu para casa correndo.

A cargo das imagens, deixo o restante da estória.

Bom domingo!


Pataro e Gil (Paralela)
Ivone, Pataro, eu Edmilson


Pirambeiras

Gil, Joel, Pataro, Ivone e Edmilson
Um dos poucos momentos de asfalto



Valdir e Gil



essa ladeira vai dar no céu


Lembrando da Running Daventura
Lagoa do Abaeté ao fundo
Chegando na Lagoa
"O Abaeté tem uma lagoa escura, arrodeada de areia branca..."






Ponte sobre o Rio Jaguaribe



Pra não perder o costume uma acelerada antes do fim do treino
Tchau Parque

De volta a Paralela (em frente estacionamento onde deixamos os carros)

Declaração de Amor: Gil e Pataro - A dois é bem melhor
Passarela para chegar com segurança

Valeu, pessoal!