segunda-feira, 20 de junho de 2011

MEIA DE FLORIPA - CLEVERSON - CARLOS DIAS - SUELI PEREIRA


Excitado que estava pelo de fato de ter tomado ciência de ser o campeão da M5 (categoria com maior número de participantes: 28) apenas na hora da premiação, que antecedeu o festivo "Jantar de Massas", no sábado à noite tive certa dificuldade para conciliar o sono e acabei adormecendo bem tarde.

Com o vôo de volta a Salvador marcado somente para as 13:45 e um friozinho gostoso na aconchegante Pousada Arcanjo São Rafael, a vontade que dava era de ficar até mais tarde, aproveitar um pouquinho mais da cama e poder desfrutar do café-da-manhã sossegadamente antes de sair daquela belíssima cidade. Entretanto, como havia planejado correr a Meia de Floripa após o Desafrio, estiquei o corpo e mexi as pernas, ainda um pouco pesadas, e às 4:10 da manhã do domingo, ainda meio sonolento, peguei a sinuosa estrada que liga Urubici a Florianópolis. Mantendo o script, Deus "deu uma mãozinha" ao madrugador.

A Meia Maratona de Floripa teve início às 7:30. Embora tivesse chegado com 30 minutos de antecedência próximo ao local da concentração (via pelos cones que bloqueavam meia pista), tive muita dificuldade para saber onde seria o local ideal para estacionar o carro e acabei perdendo a largada. Nenhum problema para quem só estava ali para "relaxar" da corrida do dia anterior e, de quebra, levar mais uma medalha para casa.

Entrei na prova em meio a um enorme grupo que parecia estar correndo a 10km/h e ainda assim me deixei tranquilamente passar por vários deles enquanto ia sentindo as pernas começarem a destravar. Num dado momento ouvi uma frase em tom de ironia: "Lugar ruim este que você correu, hein?". Virei-me e encontrei um sorridente corredor, que, referindo-se à camisa que eu estava usando, exaltava a beleza do trecho percorrido no meu desafio de março (www.salvadoraracajucorrendo.blogspot.com). Cleverson era seu nome e, a partir dali, nas próximas duas horas, seríamos companheiros.

Cleverson (Av. Beira Mar)
Ao final da corrida despedi-me do Cleverson, após conhecer sua esposa, que havia participado da prova de 10km, e corri de volta ao carro para tentar encontrar-me com Carlos Dias (www.carlosdiasultra.com.br), que continua em seu projeto Passos Solidários e chegara à capital catarinense no dia anterior.

Carlão e eu no Beira Mar Shopping
Por volta das 11 horas já havia conseguido me encontrar com o Carlão no Hotel em que ele estava hospedado, onde inclusive aproveitei para tomar banho, antes de irmos "almoçar" no Beira Mar Shopping. O sanduíche foi comido às pressas, mas valeu a pena reencontrar o amigo na estrada e poder conversar um pouco antes de retornar ao aeroporto para entregar o carro e embarcar de volta para casa.

Na conexão em São Paulo, aconteceu um fato digno de nota. Em meio ao mundo de corredores que estavam no aeroporto (Meia de Floripa, Desafrio Urubici, Maratona de São Paulo) deparei-me com uma menina magrinha, bem quietinha lá na dela. Como diria minha mãe: "ninguém dava nada por ela". Achando que ela tinha um rosto familiar, sentei-me ao lado da "menina" e quando nossos olhos se cruzaram a cumprimentei e perguntei se ela havia corrido a Maratona de São Paulo, ao que ela timidamente  respondeu: "fui 4° lugar no geral, a melhor brasileira da prova". Estava ao lado de SUELI PEREIRA SILVA e rapidamente me retratei. Você é Sueli Pereira?! Ela rindo, mas notadamente envaidecida com o reconhecimento, disse-me que sim, contou-me que poderia ter chegado numa posição melhor, que estava se sentindo ótima até o km 40, mas nos dois quilômetros finais sentiu ameaças de cãibras e precisou reduzir o ritmo. Infelizmente não tive tempo de ficar mais na tietagem, porque o embarque para Goiânia havia começado.

Ela se foi e eu fiquei pensando como a corrida de rua está longe do glamour de esportes como vôlei ou futebol. Será assim em outros países? Será que a melhor americana colocada na Maratona de Nova York também seria deixada de lado assim em pleno dia de um resultado tão importante? Outra coisa que me impressionou foi a sua simplicidade, acabara de ser quarta colocada numa Maratona Internacional (2h 39m e 10s) e ainda conseguiu  se entusiasmar com meu modesto oitavo lugar em Urubici.

Ainda em relação à São Paulo, registro meus parabéns a Joel (motorzinho) e Samuel por mais uma maratona completada (3h 33m 30s e 04h 47m 58s, respectivamente) e um especial "bem vindo ao clube" para José Carlos (Carlinhos), que estreou na distância com o excelente tempo de 02h 54m e 52s.

Boas festas juninas!


Cleverson finalizando a prova

sábado, 18 de junho de 2011

DESAFRIO URUBICI 2011: DURO MAS VALEU A PENA

A neblina que tomava conta de Urubici por volta das 6:30 quando estava amanhecendo me trouxe uma grande dúvida em relação a como iria me vestir para enfrentar os 52km da montanha. Após algum tempo de reflexão, resolvi desistir da calca legging e optei por correr de short, meia de compressão, luva e camiseta, usando por baixo dela uma segunda pele emprestada da Titia Lalá. Desta forma, teria uma maior facilidade de me desfazer (como de fato aconteceu) das roupas no caso de o tempo esquentar.

Corri a maior parte do tempo sozinho, tentando encaixar-me em algum grupo até porque tinha medo de errar o caminho no meio da trilha, mas somente no final da subida (26,3km) encontrei um "parceiro" para fazer um ritmo no trajeto da volta (claro que antes tive o cuidado de checar se não éramos da mesma categoria rs).

À altura do km 37, já na trilha, meu parceiro caiu num mata-burro e após breve parada para ajudá-lo constatamos que, apesar de não ter sido grave, ele iria precisar reduzir o ritmo e, infelizmente, acabei deixando-o para trás. Mas ele se recuperou bem da queda, pois conseguiu chegar apenas uma colocação após a minha.

Com 04 horas e 46 minutos  (subida 2h30 / descida 2h16), completei a prova em 8º lugar geral, o que me rendeu o primeiro lugar na categoria 40/44, à frente de ninguém menos que Jaime Maria da Rocha (http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Esportes&newsID=a3319813.xml), atual  recordista solo da Volta à Ilha (prova de 150 km que roda pelo contorno de Florianópolis).

Como prêmio por haver vencido a categoria, além do belo troféu, fui contemplado com uma das disputadíssimas vagas na Volta à Ilha de 2012 (confesso que teria mais interesse no Desafio Praias e Trilhas 84 km  - 42  no sábado  + 42 no domingo - (http://www.ecofloripa.com.br/)


Obrigado a todos! Amanhã terei que sair daqui de Urubici às 4:00 da manhã para poder brincar na Meia Maratona de Florianópolis, que está a 170 km daqui.




sexta-feira, 17 de junho de 2011

A CAMINHO DE URUBICI - TROTE À BEIRA MAR EM FLORIPA

O relógio digital marcava 13º no momento em que eu estacionava o carro na Av. Beira Mar para fazer um "trotinho" que tirasse a ferrugem da viagem de avião do dia anterior. O sol havia relutado bastante para acordar, mas, às 6:45 finalmente resolveu dar as caras.

Tão logo desci do carro avistei um rapaz fazendo uns alongamentos. Sem muita cerimônia aproximei-me dele e pude confirmar que aquele "estica e puxa" era parte dos preparativos a fim de começar uma corrida, para a qual, assim que me apresentei como forasteiro, ofereci-me como companhia.
 
Durante o trote, que levou em torno de 1 hora, descobri que Soli está indo para sua terceira competição de 5km domingo (junto com a Meia Maratona haverá duas outras modalidades: 5km e 10km) e que a corrida de rua é ainda uma novidade em sua vida, mas a julgar pelo ritmo e facilidade com que corria enquanto conversávamos, certamente terá uma estrada bem longa neste novo mundo.


Com as malas no carro, após tomar café da manhã, saí do Hotel Veleiros direto para o local de entrega do kit da Meia de Florianópolis e, assim que estava de posse dele tomei, finalmente, o rumo de Urubici, distante 170 km dali.

Ao chegar, fui recebido na Pousada Arcanjo Rafael (http://www.pousadaarcanjorafael.com.br) pelo simpático casal Adriana e Ricardo (conhecido como Caju).

À noite, após a entrega do kit do Desafrio e do Congresso Técnico, comi uma pizza com Zé Wilson, um piauiense com mais de 60 maratonas no currículo, que conheci na Maratona de Porto Alegre do ano passado e é veterano do Desafrio.

Até amanhã!
 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A CAMINHO DE SANTA CATARINA


Alan e Joel
Após uma noite inteirinha de chuva, uma cinzenta Salvador apresentou-se aos meus olhos, confesso, cheios de preguiça. Estávamos às 5:20 da manhã e o aspecto sombrio da cidade trouxe-me à cabeça a canção “London, London” que teimou em acompanhar-me durante todo o tempo em que me dirigia ao encontro de Alan e Joel para realizarmos o treino da despedida.
O percurso de hoje era praticamente 100% de estrada de barro e, com aquele aguaceiro, Alan (que já estava lá quando eu cheguei) cogitava a hipótese de fazermos um treino “mais próximo de casa e no asfalto”. Com o argumento de que o lamaçal estaria perfeito para quem iria trotar sem preocupação com relógio, a sugestão foi recusada. Enfiamos o pé na lama e fomos embora. Não havia plano B.

Nosso treino durou em torno de 1 hora e meia, mas é incrível como em poucos minutos já corríamos ruidosos e felizes. Ao menos para aquele bando de “malucos” que seguia seu caminho entre “chuva, suor e lama” a dividir passos, estórias e gargalhadas, a manhã, o dia, a cidade já haviam retornado ao seu habitual tom multicolorido.

Se Deus permitir (e o Puyehue não atrapalhar) nesta madrugada de quarta para quinta-feira estarei voando para Florianópolis.

Agradeço a todos os companheiros estas “aventuras”.

Muita Luz para todos!


domingo, 12 de junho de 2011

BICHELENGA, NAMORADA E FILHOS - RITMO DE MARATONA ENTRE AMIGOS


Joel, Valdir, Alan e eu
O Desafrio Urubici está batendo à porta. Com 03 voltas num circuito de 08km, hoje foi dia de cumprir o último treino em Ritmo de Maratona. Joel, que no dia 19 estará na Maratona de São Paulo, também apareceu para fazer parte do longuinho. Nos primeiros 16 quilômetros tivemos a ajuda de Valdir e mais tarde de Alan que, tendo de antemão avisado que chegaria atrasado, entrou no time na segunda volta e, pra variar, ditou o ritmo até o fim.

Em 01 hora, 45 minutos e 39 segundos (1ª volta: 35’40’’ / 2ª volta: 35’33’’ / 3ª volta: 34’25’’) dei por encerrados os trabalhos preparatórios para enfrentar os 52 km de montanha no próximo sábado.

Mais uma vez a companhia de amigos foi a mágica chave para o sucesso do treino.

BICHELENGA (www.bichelenga.com.br )

Para relaxar e celebrar o final de semana dos namorados, fui com a “Titia Lalá” e seus pequeninos e famosos “sobrinhos” (Rafa e Luan) para um lugar muito especial para todos nós: a Pousada Bichelenga, em Imbassaí. Gostamos tanto daquele pedacinho de paraíso que, embora ele fique em um lugar tão belo, quando chegamos lá não saímos da Pousada para nada. As crianças adoram: piscina, parquinho, salão de cinema, campo de futebol, salão de jogos. Já para nós os adultos, além de tudo isso, há o som ambiente, o mirante, o restaurante, o bar, o atendimento, o verde... Recomendamos!

Agradeço a Deus que me permite viver todas essas coisas: os amigos, os filhos, os lugares, o esporte e, de uma forma carinhosamente especial, agradeço-Lhe por ter posto em minha vida a “Titia” Lalá, que para além de namorada é a grande parceira destes caminhos.







Boa Semana!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

DANDO UMA VOLTA


Acompanhado de Joel e Mário, vi o dia amanhecer enquanto pedalávamos para ir à Academia Working Sports no Caminho das Árvores. Após a malhação encontrei-me com Aninha com quem fiz mais um pedal de ida e volta a Itapoan antes de retornar para casa.

Combinar o pedal com uma aula de lançamento do novo mix do Body Pump, esporte que pratico há 12 anos, tendo a companhia de amigos, numa belíssima manhã de sol como a que fez hoje aqui em Salvador, deixou  tudo ainda mais que perfeito.

Andar de bicicleta é uma das coisas que mais me completa. Há 30 anos que experimento este prazer de sentir o vento batendo no rosto enquanto traço meu destino, e nunca deixo de me sentir como uma criança feliz.

O relacionamento que tenho com a bicicleta é completamente diferente do que tenho com a corrida. Há quase cinco anos a corrida entrou em minha vida e concomitantemente a competitividade. É verdade que a minha sensação ao deslocar-me lentamente nos longões é muito parecida com a de pedalar, mas hoje em dia, na maioria das vezes, o que me leva a optar por fazer mais longões do que andar de bicicleta, é a busca de aumento na performance de corrida, a construção do chamado lastro.

Antes de me tornar um corredor de rua não existia em meu vocabulário, principalmente nas conversas entre meus amigos bicicleteiros, a palavra treino ( censurava quem a usasse). Para mim sempre  "dar uma volta" ou "esticar as pernas" (as canelas não! rs).

Quando criança, os meninos fugiam para não me emprestar suas bicicletas  e viviam alardeando pelos quatros cantos do meu bairro (Itapoan) para que  ninguém "caisse na besteira"  de fazer isso. Naquela época, minha "volta" geralmente fazia com que o dono da bike ficasse sem ela o resto do dia. Costumava seguir pela orla fazendo "pegas" com ônibus,  e se eu percebesse que alguém de dentro do coletivo tinha notado aquele menino magrelo vindo de longe naquela brincadeira de ser ultrapassado pelo ônibus e passa-lo enquanto se encontrava parado no ponto, aí que eu ia até o Final da Linha (Barroquinha, Praça da Sé).

Depois, quando comprei minha primeira bicicleta (meus pais nunca me deram uma), começou o tempo de desbravar a Grande Salvador e isso era dar uma volta. Vieram o Recôncavo, o País, a América do Sul e até hoje a sensação é a mesma: estou passeando, dando uma volta.




sábado, 4 de junho de 2011

SEXTETO FANTÁSTICO E O LUXUOSO APOIO DE GIL

Sexteto Fantástico (Alan, Pataro, eu, Bárbara, Samuel e Joel)

Com Alan na carona (www.alanatleta.blogspot.com), pontualmente às 5:40 da manhã estacionamos o carro no Memorial Luís Eduardo Magalhães, situado na Paralela, local marcado para encontro da galera que ia correr o longão de hoje. Pronto para o combate e já aquecido com o trote que fizera desde sua casa até ali, já nos aguardava Samuel (www.correrebom.blogspot.com). Em poucos minutos, também vindo no trote, Bárbara juntava-se ao time.

Pataro, que havia trabalhado até zero hora, mas não queria ficar de fora do último longão do semestre, já mantivera contato via celular e acabou chegando alguns instantes na frente de Joel, que, quase em cima da hora da largada, completou o sexteto.

Passava um minuto das 06 horas quando demos início ao nosso tour. 

Seguimos pela grama em direção ao Posto 2 e subimos pela Avenida São Rafael em direção ao Barradão, via Av. Regional;  na Estrada Velha do Aeroporto (EVA) tivemos nosso primeiro encontro com Gil (ainda gripado), que foi nosso anjo hoje e, de moto, a partir daí esteve sempre por perto fazendo o trabalho de suporte e registro.


À altura da entrada do Trobogy, saímos da EVA e, antes de voltarmos a Paralela, demos boas risadas com uma senhora que estava no ponto de ônibus e em voz sincera gritou: “Muito bem, todo mundo treinando para as Olimpíadas”. Só essa frase já nos fez sorrir, mas o melhor veio logo em seguida: “mas quem vai ganhar é aquele magro altão (Alan rs)”. Pelo menos olho técnico ela tem, escolheu bem seu campeão.


Aliás, hoje foi dia de gracejo. Quando estávamos na Avenida Regional uns meninos que se assustaram com nossa passagem, aos risos gritaram: “Pensei que era um monte de cavalo” rs.

No contra-fluxo seguimos pela Paralela até a Passarela da FTC. Do outro lado, mais uma vez reencontramos Gil. Pela Orlando Gomes chegamos a Piatã e Alan, que havia dito que iria só até lá, resolveu seguir conosco até o final. Bárbara, por sua vez, sentindo que já estava um pouco cansada, anunciou que iria parar quando chegasse ao Parque.

Ao chegarmos ao Parque de Pituaçu, além de Bárbara, despedimo-nos de Gil, que antes de ir embora nos deu os últimos gatorade/água para enfrentarmos os 11 km finais. Valeu Irmão!

Dentro do Parque havia uma corrida de 10km organizada pelo SESC, ao que parece já no final e, de passagem pela largada, deu para avistar alguns conhecidos, entre eles Marcos e Russo. Nos quilômetros 2,5 e 5, mesmo sabendo que não estávamos na competição, o pessoal da organização gentilmente nos ofereceu água, que agradecidamente aceitamos.

A esta altura, com mais de 25km rodados, o ritmo estava bem quente e animado. Para manter Alan por perto, o jeito foi valer-me de uma estratégia ao melhor estilo Dick Vigarista: toda vez que ele se distanciava eu gritava: “Vai ter uma foto” e ele, louco por cliques, reduzia o ritmo.

Samuel, mostrando estar bastante à vontade e disposto, andou brincando de fartlek e várias vezes pulou na dianteira do grupo provocando na passagem ninguém menos que Alan (atual segundo colocado do ranking baiano nos 800 metros).

Aos risos, gritos e canções entoadas em vozes entrecortadas, seguíamos nos quilômetros finais como se há pouco houvéssemos começado nosso treino. Realmente esse negócio de endorfina existe e mexe com a gente.

Faltando uns 3km para a chegada, Samuel disse que ia diminuir o ritmo pois já havia completado o seu treino, posto que viera correndo de casa e, como tanto Joel quanto Pataro tinham compromisso, juntamente com Alan seguiram adiante na mesma balada, enquanto eu resolvi ficar ao lado de Samuel, que incomodado com a minha diminuída de ritmo por sua causa, incentivou-me a acompanhar o povo, no que fui obediente.

Gritando que iria esperá-lo na chegada, mandei ver e, para conseguir chegar junto com a galera, que já havia sumido do campo de visão, acabei forçado a fazer o meu tradicional tiro de chegada, percorrendo o último quilômetro em 3:59.

Pelo Bahia Café Hall saímos do Parque em frente ao Monumento Luís Eduardo, onde reencontramos Bárbara e encerramos nosso treino com 03 horas e 16 minutos.

Agradeço a todos pela companhia em mais esta deliciosa aventura!

Até a próxima!

chegando em Piatã
Descendo ladeira do Trobogy

Final no Bahia Café Hall com Pituaçu ao fundo
Gil no suporte na EVA
Paralela
Av. Orlando Gomes
Orla em frente ao Sesc
Pataro e Alan em meio a Corrida do Sesc
Foto antes da dispersão

sexta-feira, 3 de junho de 2011

PLANILHA DE JUNHO

O mês de junho veio enfim. Com ele também um  peculiar  friozinho na barriga, e o motivo não é a proximidade da chegada do inverno. Daqui a algumas semanas estaremos enfrentando o Desafrio Urubici, que vale como uma espécie de prova final do primeiro semestre.

Aproveito mais uma vez para dividir a Planilha do mês que já contempla uma posterior semana regenerativa.

Bons treinos!

JUNHO


Segunda
Terça 
Quarta 
Quinta 
Sexta 
Sábado 
Dom. 
Treino de Ritmo 
Trote 
Treino em Ladeiras 
Intervalado ou Fartlek (F) 
Trote 
Treino Longo (L) ou Ritmo Maratona (RM) 
Ritmos dos treinos
Treino de Ritmo: 4:07 a 4:26
Treino em ladeiras: 4:12 a 4:30
Ritmo de Maratona: 4:20 a 4:44
01

2h30min de bike 
02

17Km + 8 tiros de 1min 
03

30min de trote 
04

33Km (L) 
05 

 30 MIN TROTE
06
07

14Km 
08

2h de bike
09

14km 
10

10 x 1.000m
11

14Km
12

25km (RM) 
13

40 min. trote
14

1h de bike 
15

1h trote
16

Viagem
17

40 min. trote 
18

Desafrio Urubici (52km)
19

Meia Maratona de Florianópolis
20
21

Bike
22
23

30min. de trote
24
25

30min. de trote
26
2728

Bike
29
30

10km (F)
Tempos dos tiros nos intervalados
1.000m: 3:40 a 3:56
2.000m: 7:33 a 8:06
Antes e depois dos tiros, deve-se trotar cerca de 2Km.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ÚLTIMO LONGÃO ANTES DO DESAFRIO (CONVITE)

Exatos 50 km foram pedalados na manhã de hoje em busca de uma rota para o longão de sábado, porque eu queria algo que pudesse ser fracionado em distâncias menores, na intenção de ter a possibilidade de juntar, mais uma vez, corredores de níveis e/ou objetivos distintos. Acredito que encontrei.

Antes de detalhar o longão e suas variáveis, abro um parêntesis para registrar o último treino de maio.

Com a planilha indicando 15 km de ritmo, o equivalente a uma volta no Parque de Pituaçu, o local do treino da terça-feira impôs-se naturalmente e às 5:10 da manhã já me encontrava por lá à espera de Pataro, que chegou apenas alguns minutos depois.

Consciente de que meu parceiro de passadas ia querer saber dos detalhes da corrida do domingo (RUNNING DAVENTURA) e tendo por fazer um treino de ritmo intenso (daqueles que não dá pra conversar muito, rs), antes de acionarmos o cronômetro reservamos 20 minutos para aquecimento/educativo, registro e muito blá, blá, blá.
Prontos para começar o treino!
Papo mais ou menos em dia (de vez em quando a gente se pegava conversando no meio do treino, rs) partimos para nosso “passeio” no parque, buscando sempre (com sucesso) estar entre 4:07 e 4:17 por quilômetro. Passamos os 5km com 21:31, os 10km com 42:45 e fechamos os 15 km em 01 hora 01 minuto e 50 segundos.

CONVITE PARA O LONGÃO DO SÁBADO (dia 04 de junho)

LARGADA/CHEGADA:
A concentração/largada será no Monumento Luís Eduardo Magalhães, na Paralela (tradicional point de corredores).

HORÁRIO:
Início às 5:40/6:00.

TRAJETO:
Saída do monumento em direção ao Posto 2; Avenida São Rafael; Av. Regional (até o Barradão); Estrada Velha do Aeroporto (até entrada do Trobogy); Paralela; Viaduto da FTC; Av. Orlando Gomes; Piatã; Patamares; Parque de Pituaçu (até o km 11 na saída da Paralela); retorno ao Monumento Luís Eduardo Magalhães.

DISTÂNCIA:
O percurso inteiro terá aproximadamente 32 km.

OUTRAS POSSIBILIDADES:
15 km: Correr até a saída no Trobogy (12 km) e retornar dali por mais 03 km até o Monumento.

18 km: Quem quiser correr até Piatã (é mais indicado para quem não deixou carro estacionado no local de largada e quer curtir um banho de mar).

20 km: Correr até Jaguaribe (idem).

26 km: Voltar ao Monumento pela Pinto de Aguiar.

11 ou 15km: Ideal para quem quiser companhia dentro do Parque de Pituaçu, sendo que a previsão de chegada no Parque ficará entre 7:40/8:00.

SUPORTE:
Teremos um anjo chamado Gil nos acompanhando de bike com uma caixa de isopor no bagageiro.

Há distâncias para todos os gostos e torcidas, haja vista que passaremos pelos Estádios de Pituaçu e do Barradão. Quem quiser participar deixa aqui sua confirmação  e declare também seu time de coração.

Mais detalhes através do e-mail bikeselva@hotmail.com.

SEJAM BEM VINDOS!