sábado, 5 de maio de 2018

XXXVII CORRIDA RAIMUNDO BALTHAZAR DA SILVEIRA - IV CORRIDA DO TRABALHADOR



E finalmente, neste feriado do trabalhador, após 05 anos pude voltar à Raimundo Baltazar da Silveira, corrida organizada pela AVAB.

Na reta final da preparação para a Maratona do Rio, principal prova do primeiro semestre, não foi sem algum malabarismo que conseguimos encaixar uma competição em pequena distância na planilha, aliás esse tem sido o grande motivo para ficar tanto tempo ausente desta prova pela qual sempre tive muito carinho.
Com Amâncio, Josué (Foguetinho) Val, Rafaela, Bruna, João Paulo, Karine, Henrique e Manoel
Com mudança no local de largada/chegada, mas idêntico trajeto, a competição que agora também é chamada de Corrida do Trabalhador continua tendo como ponto alto a beleza da orla da Ribeira.



Uma chuva de lavar a alma apareceu com bastante força durante toda a corrida mas a felicidade de rever tantos amigos foi ainda mais eficaz neste quesito.

Pena que acaba logo... e foi assim que com 31 minutos altos, cruzando o pórtico em 13º lugar geral, anotei mais uma participação nesta charmosa corrida.
Com Vanuza, Amâncio e Bruna
Mais tarde, na cerimônia de premiação, outras alegrias viriam, destaques para os pódios da amiga e Prof. de Pilates  Bruna Freitas, que fazia sua primeira participação oficial em corrida, e para o ídolo e exemplo José Amâncio que, espalhando a simpatia de sempre, vencia mais um desafio em sua vida.



Até a próxima!
Bruna, como disse o fotógrafo Alberto Rezak, "sem comer reggae".

trote de aniversário de 74 anos (ou de 1 ano da nova vida como ele gosta de falar) 03 dias antes da Balthazar

Buscando Ivone que voltou a correr  (acompanhada do seu marido) na mesma prova que estreou em 2013 






Amâncio festejando o quinto lugar dos meninos entre 70 e 74 anos

Vanuza, campeã da categoria 50/54

Bruna e sua estreia com pódio

Curtindo a terceira colocação da faixa 50/54



quinta-feira, 19 de abril de 2018

ASICS GOLDEN RUN 21K - SALVADOR 2018

Com Foguetinho, ambos no top 100 após comprovação das imagens

E neste último domingo, novamente, o circuito que é considerado por muitos corredores como aquele que reúne as melhores e mais rápidas meias maratonas do Brasil, aportou em Salvador. 

Em 2017,  o evento por aqui acabou perdendo algo do seu brilho, principalmente por causa do episódio dos chips descartáveis que não aguentaram o aguaceiro que caiu na cidade naquela ocasião e da grande confusão que se formou ao final da prova, portanto seu retorno ao solo baiano trazia justificadas expectativas.

É importante ressaltar que a prova mudou de mês (talvez uma tentativa dos organizadores de evitar a chuva) entretanto os dias que se seguiram na última semana em Salvador foram bem úmidos e por demais parecidos com o ano passado.


A corredora Kátia que na confusão dos números de peito virou Daniel
O começo porém não foi de dar muitas esperanças. A inscrição de valor "salgado", a fila causada pela entrega do kit apenas num único dia, uma troca maluca de nomes (poucos deram sorte de encontrar seu próprio nome junto ao número de peito) e ao abrir o kit no sábado: Chip descartável, de novo! O jeito era esperar o dia seguinte para ver no que daria. 

Para ser justo, é preciso dizer que foram muitos os pontos positivos da edição passada e todos eles,  replicados em 2018: percurso muito bom, com largada no CAB e chegada em Piatã, largada em ondas, organização por baias de ritmo  e a famosa hiper hidratação com água a cada 3 km e isotônico a cada 6 km. 


Na esteira do treinamento para a Maratona do Rio de Janeiro, a planilha apontava para um teste de 15 km para este domingo (aliás este foi o grande empurrão para encarar o preço da inscrição na prova), e o plano  era meio suicida, já que precisava correr o mais rápido que pudesse durante o teste e tentar fechar com o menor vexame possível os 6 km restantes.


A chuva não veio (chip a salvo) mas o abafamento tomou conta da cidade e antes mesmo de chegar no km 10, a visão de vários atletas da elite que havia ficado pelo caminho fez acender imediatamente a luz amarela do bom senso:


Aquele não era o dia de correr para RP. 


Com 1h' 01'45, bem distante do tempo a que aspirava, atingi a placa do 15 km. 

Cumprido o teste, restou-me conduzir os passos o mais concentrado que pudesse para chegar ao fim da viagem sem grandes danos na carcaça. As sirenes das muitas ambulâncias (ponto positivo da para a organização), em atendimento para lá e para cá, reforçavam este plano. 


No fim, contudo, com a marca de 1h 27, 52, cruzava feliz mais um pórtico de chegada. 

Pouco tempo depois chegava o amigo e parceiro de treino Josué (Foguetinho) emplacando 1h 36', tempo que o deixava dentro do 


Entretanto, infelizmente, a partir daí, os problemas, principalmente com o TOP 100 masculino e TOP 20 feminino, voltaram a acontecer. Era o mesmo filme do ano passado se repetindo: reclamações, indignações, nervosismo, etc.,. Eu mesmo, bastante entristecido com a situação, precisei dirigi-me novamente a tenda da cronometragem para que reconhecessem minha chegada no vídeo.


Outros deslizes imperdoáveis, principalmente para uma prova que pretende ser a ideal para que você nela faça a melhor marca de sua vida, foram descobertos quando da publicação do resultado, como por exemplo, gente que (por opção própria) fez menos quilômetros dentro da prova, sem sequer passar pelo pórtico de largada, e teve seu tempo computado como se houvesse feito os 21 km, enquanto outros, mais muitos outros mesmo, fizeram todo o percurso e não teve seu tempo publicado até hoje. 


É mesmo de se pensar se vale à pena o investimento, repito, infelizmente.

Axé!




                                                                          Clique para assistir ao vídeo da largada do Pelotão A, B e C

segunda-feira, 2 de abril de 2018

CONVITE - TREINÃO DO BRASIL EM SALVADOR = CORRIDA SOLIDÁRIA



O SALVADOR PRÓ-MARATONA, mais uma vez atendendo a convite do carioca Ubiracy Resende (www.biranet.com), idealizador do TREINÃO DO BRASIL, vem a público conclamar os corredores de nossa cidade a fazer parte deste evento nacional, que aqui em Salvador  será realizado no Dique do Tororó, no dia 27/05/18, nas distâncias de 5,2 km e 10,4 kmcom largada simultânea em frente à Arena Fonte Nova, na marca do Km 0/2600, pontualmente às 7h.

Treinão do Brasil em edição anterior

""Correr Pela Paz"" será o lema do evento simultâneo, de norte a sul do país e o branco será a cor oficial que cada um poderá trazer na camisa, no short, na viseira etc, quanto mais branco na vestimenta melhor. 


COMO SERÁ O TREINÃO?

Como em outros eventos do Salvador Pró-Maratona vamos tentar ao máximo fazer com que, respeitando os mais lentos naquele momento, todos os presentes façam a primeira volta num mesmo ritmo. Haverá pró-maratonistas acompanhando tanto os corredores quanto os caminhantes.


Momento de oração pela Paz antes da largada em edição anterior


A ideia é fazer uma corrente branca e filmar esta primeira volta e, somente após concluí-la, a galera será liberada para correr cada um em seu próprio ritmo.

COMO SERÁ a solidariedade?


O TREINÃO DO BRASIL não tem caráter competitivo, não é necessário fazer inscrição e todos podem participar (inclusive caminhando) entretanto,  em Salvador, o evento mais uma vez terá um cunho solidário.

Com a atleta Angelina
Desafiadora e prazerosa ao mesmo tempo, a missão deste ano será arrecadar dinheiro para trocar a Cadeira de Rodas da atleta cadeirante Angelina.

Inicialmente gostaríamos de esclarecer que a cadeira de rodas a qual nos referimos, não é a usada para competição, mas sim a que a simpaticíssima Gel (é assim que a maioria dos corredores desta cidade a conhecem) usa nas suas atividades cotidianas, inclusive em seu ofício de guardadora de automóveis em Zona Azul.




A cadeira em questão precisa ser feita sob encomenda. Solicitar orçamentos, foi o primeiro passo para sabermos o montante necessário para a troca da cadeira, e embora ainda não tenhamos a resposta (atualizaremos esta informação assim que a tivermos), levando em consideração algumas buscas na internet e o fato de estarmos a mais ou menos 50 dias da data do evento, o valor que teremos como meta a atingir, inicialmente, será o de R$ 4.000,00 (quatro mil reais).



Angelina convocando para o Treinão do Brasil

A Prestação de Contas seguirá a mesma linha de eventos beneficentes anteriores organizados pelo Salvador Pró-Maratona, nosso objetivo é ir atualizando periodicamente com postagens regulares neste blog (e também via Facebook e WatsApp)  o montante arrecadado, tendo como situação ideal, a compra da Cadeira antes da data do evento, para que ali, na presença dos corredores-solidários, seja entregue à nossa carismática beneficiária o fruto de nossa missão.
Com  Pataro e José Amâncio, um dos Coordenadores do Treinão e da Camapnha Pró Angelina

Como sugestão de doação temos os seguintes valores:

R$ 10,00 (dez reais) para quem vai participar dos 5,2 km (02 voltas no Dique) ;

R$ 20,00 (vinte reais) para os que irão fazer 10,4 km (04 voltas).

Naturalmente qualquer pessoa que puder/quiser fazer doação de valores maiores será muito bem vinda.

Para o evento, será montada uma estrutura de hidratação no ponto de largada/chegada. 

As doações deverão ser depositadas numa das contas abaixo e o comprovante, enviado para o WatsApp 71 9 8228 2209.

Na oportunidade,solicitamos que nos informe do interesse ou não em fazer parte do Grupo criado especialmente para o Evento.


Banco do Brasil -
Ag. 3385-5

c/c 107013-4

ROBERTO RIBEIRO DA ENCARNAÇÃO

CPF - 346-584-595-15


Bradesco
Ag. 3326-0
c/c 0010102-8
JOSÉ AMÂNCIO NETO
CPF - 003-739-405-30


Então por enquanto é isso, duvidas poderão ser dirimidas no mesmo número telefônico acima.



Vamos juntos no TREINÃO DO BRASIL pintar de branco o Dique do Tororó em nome da Paz e de quebra comemorar mais uma festa de solidariedade. 



Axé!




domingo, 18 de março de 2018

8ª MARATONA DAS PRAIAS DO LITORAL SUL

Cumprida a missão, voltando a Salvador
No final de semana passado, pela terceira vez, graças a Deus, pude novamente participar da Maratona das Praias, prova majestosamente organizada pela ACORJA e que se desenrola pelo belo litoral sul pernambucano.

A proximidade da data desta corrida com o meu aniversário e o fato de se tratar de minha distância preferida tornam este momento um verdadeira comemoração.

Por conta disso e do carinho com que sempre somos tratados por aquelas bandas, uma vez mais ganhei do simpaticíssimo Presidente da Acorja, Lula de Holanda, o nº 01 da prova (quanta honra e responsabilidade!). 

Com Lula de Holanda

Ao decidir-me pelo retorno à Maratona das Praias, sabia que chegaria nela (em comparação ao ano passado) num momento mais adiantado da preparação para as provas de meados de junho e alimentava então a esperança de subir mais algum degrau no pódio geral.
Com o Dentista-Escritor-Maratonista Ney Caires
Entretanto, por conta do momento pessoal que literalmente tem me tirado o sono (olha a desculpa de corredor aí gente, rs), acompanhado dos amigos Pataro, Josué, Manoel e Ney Caires (que nos encontrou no aeroporto em Salvador, mudando até de hotel para se juntar a nós), parti para o Parque da Jaqueira, sabendo que um bom objetivo era tentar chegar pelo menos entre os 06 primeiros colocados. Explico: pela primeira vez na Maratona das Praias haveria troféu por categoria e pódio geral continuaria sendo formado por 05 pessoas, então o sexto automaticamente garantiria o título da faixa etária.


Na linha de largada, vi que mesmo esta missão não seria das mais fáceis, pois impressionantemente havia uns 500 corredores por ali (fui informado que só de mulheres havia mais de 100 maratonistas). 


Largada Foto by Renato Neves
Usei a expressão impressionantemente porque, se você pensar direito, algumas maratonas oficiais, com já algum tempo de estrada, não atingem este número na Maratona. Por vezes dão conta de números superiores, mas computando outras distâncias menores que ocorrem concomitantemente. A maratona das Praias não, ela é pura. A única opção são os 42km. Parabéns, ACORJA!


A CORRIDA

Dada a largada, sem sequer aquecer, parti para o meu treino-aniversário de luxo. Sem pressa, sem meta de ritmo, sem brigar com o relógio, rapidamente encaixei um confortável 4'30/km.

"Na Madalena revi teu nome, na Boa Vista quis lhe encontrar, Rua do Sol, da Boa Hora, Rua da Aurora, vou caminhar..."

Foto by Renato Neves
Como é gostoso este passeio pela Madrugada de Recife, o amanhecer pelas bandas de Pina/Boa Viagem, e neste desfile no caminho até a Enseada dos Corais, passar ainda pelas praias de Piedade, Candeias, Barra da Jangada, Paiva, Itapuama e Pedra do Xaréu.

Lá pelo km 17 encontrei Alan Greg, aquele que viria a ser meu parceiro de prova nesta edição da Maratona das Praias.

Mesmo em ritmo tranquilo, vinha ultrapassando naturalmente muita gente que havia saído mais forte, mas na hora que encostei no Greg, rapidamente percebi que estava diante de alguém que estava bem preparado para a missão.

Um pouco depois de ultrapassá-lo e notar que ele não ficaria pra trás pois estávamos praticamente na mesma batida, deixei-me ultrapassar, para seguir em seu vácuo.

Uns dois quilômetros adiante, avisei-o que iria para a frente para substitui-lo como puxador do ritmo e passamos a marca da meia maratona em 1h35min (três minutos mais lento que no ano passado).

Naquela batida vínhamos ultrapassando vários corredores e pensava comigo que se havia um local em que poderíamos nos separar seria no trecho de areia fofa entre o km 22,5 e o km 25.

Ledo engano, Greg passou absoluto pelo trecho de areia (lá ganhamos mais algumas posições, rs) e na saída fomos informados de que estávamos na 10º e 11º colocação.

Por volta do km 25 ao lado de Alan Greg
O script estava mais ou menos como no ano passado, lembrava-me que havia passado exatamente naquela mesma posição e ao final consegui um 4º lugar no pódio geral, chegando embolado tanto com o terceiro quanto com o quinto lugar.

Por isso, por volta do km 30 resolvi apelar e descobrir se o excelente corredor ao meu lado também já estava na faixa dos 50 anos (rs). Foi com alegria e alívio que o ouvi dizendo que havia completado 48 anos (ufa! rs) na semana passada.

Pronto, agora sim poderíamos ir mais tranquilos. E fomos, até que as noites insones começaram a cobrar seu preço, sentia-me cansado e na entrada do Paiva já estava uns 200 metros atrás de Alan.

Ele lá adiante e eu algum tempo depois, ainda assim seguíamos em nossas ultrapassagens.

Julgando estar na sétima colocação, saí do Paiva e lá pelo km 40, num bom trecho de ladeira acima, notei um corredor que aparentava ser da mesma faixa (todos aparentam neste momento, rs) fazendo algo como um alongamento para tentar retornar ao ritmo de corrida.

Mesmo cansado reuni forças para me aproximar o mais rapidamente possível dele e fazer a ultrapassagem que, segundo minhas contas, garantiria de vez um belo troféu da edição 2018 da Maratona das Praias.

Acomodado com a pretensa conquista do troféu, depois de subir a ladeira monitorando se vinha alguém atrás de mim, acabei fazendo o último quilômetro de forma muito tranquila.

Após a descida, já podendo avistar o pórtico lá adiante, virei-me mais uma vez para ver como estava a retaguarda e estando tudo tranquilo, optei por fazer um bom trecho correndo de costas e no final até caminhei para chegar ao pórtico, tanto que surgiu uma pessoa que veio me dar forças. Tratei de apertar sua mão e tranquilizá-lo, dizendo-lhe que estava chegando daquele jeito já para dar inicio à recuperação e porque não havia ninguém atrás de mim, mas que estava tudo bem.

Cruzei a linha de chegada sem informação da colocação. Algum tempo depois foi que descobri que havia chegado no sétimo lugar (não em sexto como havia pensado), mas confirmando, apesar do susto, o título de campeão da Categoria 50 anos.

Alan Greg merecidamente cavara um quinto lugar no pódio.
Pódio masculino geral : 1º José Celestriano, 2º  Adriano José, 3º Hebert Thomaz 4º Manoel Messias , 5º Alan Greg
O arrependimento viria depois, quando saiu o resultado oficial e percebi que do terceiro ao sexto lugar todos estavam separados por menos de um minuto. 

Numa Maratona em que 323 atletas do naipe masculino completaram a prova, não posso dizer que um 7º lugar geral (com direito a pódio por Categoria) foi um mau resultado.

Reunidos nesta foto os campeões das categorias masculinas:
18/29, 30 a 39, 40 a 49, 50 a 59
Entretanto, fiquei me cobrando por ter me acomodado com o troféu de categoria. Quem sabe se houvesse seguido na mesma batida, ainda que de longe, poderia visualizar toda essa gente na frente e mudar o resultado?


Enfim, na verdade, o resultado poderia ter sido o mesmo, mas ainda que chegasse na mesma posição me sentiria menos culpado, pois teria tentado. Vivendo e aprendendo. Nada como um dia após o outro, e em alguns casos específicos, nada como um ano após o outro (rs). 


Chegara feliz ao final de mais uma Maratona. Feliz e agradecido, restava festejar e motivos não faltavam.

Poucos minutos depois, emplacando um excelente 11º lugar, separado de mim por apenas 03 grandes feras da ACORJA (Salgadinho, Burgos e Sílvio), Josué, não por acaso conhecido como Foguetinho, baixava mais de 1 hora no seu tempo de Maratona.

Josué, O foguete, iniciando um costume tipicamente pernambucano: abreeeee 
Quanta alegria e orgulho senti naquele momento! Não houve pódio (ainda), mas aquilo era um verdadeiro prêmio pela sua raça, determinação, coragem, disciplina e, acima de tudo, pela alegria com que enfrenta a dura rotina de treino que tenho a satisfação e o privilégio de com ele compartilhar.


Pataro levando a prova na manha


Depois foi a vez de Pataro, que apesar de ter ido a Recife sem o treinamento costumeiro por conta de uma Parada no Polo Petroquímico, usando de sua vasta experiência para mandar pra conta mais um 42k, chegava com sua marca registrada, que não deixava dúvidas de que o cara continua com aquele seu velho "problema" odontológico: "os dentes não cabem dentro da boca", rs.

Manoel no Paiva
Muito tempo depois, menos pelos quilômetros percorridos do que pelas fotos no caminho (só no Paiva ele tirou algumas dezenas) quem chegava para completar sua primeira Maratona era Manoel, o Rei? da Selfie.

Bebemorando com Ney, Manoel, Foguete e Manoel
Na extremidade oposta, com mais de 200 maratonas no currículo, logo depois o Ney Caires fazia sua chegada, e então a turma estava completa para retornar ao Hotel e aproveitar um pouco da piscina antes de deixá-lo por volta do meio dia.


Ainda naquela tarde deixávamos a bela Recife, no dia seguinte havia no Dique do Tororó aqui na capital baiana um certo treininho solidário de 5km, marcado para festejar os 50 anos de um certo alguém que vos escreve (rs). 

Até a próxima!




O amanhecer do novo tempo em Salvador 

Trotinho regenerativo no dia seguinte já em Salvador antes de partir para as doações




Pilates com a Profa. Daniela Nascimento no day after

Trofeus das duas participações anteriores
E, graças a Deus, vamos que vamos dando sequência aos treinos