segunda-feira, 8 de maio de 2023

V MEIA MARATONA DE FEIRA UNIÃO MÉDICA

No pódio 55/59, ladeado por João Batista e Joselito dos Santos

Nesse domingo, uma vez mais, a Meia Maratona de Feira –União Médica, entrou na planilha como parte da preparação para os 42,2 de Porto Alegre no próximo dia 04 de junho.

Pelo intervalo de tempo que separa as duas provas este ano, cheguei na Princesinha do Sertão com uma possibilidade de corrê-la num ritmo ligeiramente mais rápido do que o pretendido na Maratona que se aproxima.

Participando da Meia de Feira União Médica desde sua primeira edição, é com muita satisfação (e até certo orgulho bairrista rs) que posso afirmar que a prova que já nasceu organizada, melhora neste quesito a cada ano.

A prova tem apoio do FazAtleta, Programa do Governo do Estado de incentivo à pratica de esportes, a descoberta de novos atletas, bem como, a realização de eventos esportivos, que concede abatimentos nos impostos às empresas situadas no Estado da Bahia, que apoiam, financeiramente, projetos esportivos.



Até a aparição dessa opção tão perto de casa (apenas 110 km de Salvador) todos os anos acabava indo buscar provas em São Paulo, na busca de correr em ritmo competitivo e dar aquela avaliada a quantas andava a preparação.

Com seu percurso plano (à exceção do viaduto que cruza a BR do contorno), e certamente favorecida pelo fato da cidade ser o maior entroncamento rodoviário do Nordeste, a Meia de Feira atrai um grande número de corredores competitivos, o que costuma gerar bons pelotões, facilitando a tarefa de correr ritmado do começo ao fim.

 

Aquecidos e prontos para a largada: Rebeca, Josenilton, Val, eu, Alan, Joanildo e Britoi

Assim, num dia que amanhecera perfeito para correr, junto com os amigos do Movimento Salvador Pró-Maratona,  estavamos prontos para dar início a viagem de ida e volta pelas avenidas Getúlio Vargas e Nóide Cerqueira.

 

A PROVA

 


Buzina acionada, lá fomos nós...

 

Efetuados os desvios costumeiros de início de prova, logo estaria correndo na faixa de ritmo pretendida.

 

Pelotão liderado por Adauto Bispo (67) anos - campeão da faixa com 1h34'23

Correr “em casa” é sempre uma festa. A gente vai reencontrando os amigos, e entre uma passada e outra comemorando o especial momento.


De forma controlada atingi o km 5 com 20’22.


Com o relógio marcando 40’47 chegamos na marca de 10k.


Alguns metros depois chegava a hora de dar meia volta. Momento importante para poder ver como estava a prova da turma.

 

Alan voando para estabelecer novo recorde pessoal

Totalmente focado na busca de uma nova marca pessoal na distância, (o que seria confirmada mais tarde com o tempo de 1h35’44) .não demorou muito e lá vinha Alan,



Pouco depois da passagem de Josenilton, seria surpreendido por um comboio azulzinho. 

 

Brito


Do outro lado da avenida, puxados por Brito, seguiam coladinhos Val, Rebeca e Joanildo. Aquilo tava bonito de ver, mas pra manter a velha fama de mau, a pleno pulmões, resmunguei algo os motivando a largar uns aos outros.



Podio feminino 50/54 - Carlinha 1ª - Jacira - 2ª e Val em 3ª


Adianto-lhe que a turma foi daquele jeito até o fim, o que culminou num grande RP de Rebeca, e os pódios de Val e Joanildo  em suas respectivas categorias.

Pódio 65/69 - Igualzinho a edição passada  Adauto, Antunes e Joanildo

Àquela altura, com um pouco mais de necessidade de concentração para não sair do ritmo, seguia passos firmes rumo a parte final da prova, onde pretendia um aumento de ritmo.



Como nos anos anteriores, o marco para essa tentativa de incremento de velocidade seria a travessia de volta no viaduto (altura do Km 17).

 


O aperto no ritmo (16’01 nos últimos4 km) acabaria sendo providencial para decidir o título da categoria.

 


Com o tempo oficial de 1h25’09 (1h26’04 em meu garmim), apenas 34 segundos na frente de João Batista, , cruzei o pórtico em 40º geral e como campeão da faixa etária 55/59.


No intuito de dar uma força aos corredores que iam chegando, fiz o caminho de volta para o hotel na contramão.

 


Aos poucos, nossos amigos iam chegando...


A festa se completaria na cerimônia de premiação conduzida uma vez mais, com maestria pelo impagável Amaurý Júnior.



O que irá acontecer lá em Porto Alegre, a gente só vai saber no dia, mas não restam dúvidas que voltamos todos contestes de nosso passeio/treino de luxo em Feira de Santana.

 

Axé!

 

 .



 











quinta-feira, 27 de abril de 2023

MARATONA DE JOÃO PESSOA - Pão de Açúcar

Com Marcondes Lyra numa chegada simultânea da Maratona e Meia de João Pessoa 

 
E, graças a Deus, retornamos a capital paraibana para novamente correr (desta vez numa prova oficial) 42,2 km.

A festa que teria seu ápice no domingo de manhã, teve início já na sexta-feira ao descer do bus em Maceió, para me juntar ao irmão Marcondes Lyra e os amigos Damião e Saci, para cobrir o restante da viagem de carro até Jampa.

 

Com Saci, Marcondes e Damião

A velha e boa soltura na Praia de Cabo Branco e um breve passeio pelos lados da Feirinha de Artesanato em Tambaú, iriam garantir a continuidade da folia no sábado.



A Maratona de João Pessoa reuniu atletas de 22 estados mais o Distrito Federal e foi show de organização do começo ao fim: Entrega de kit, pontualidade na largada, hidratação com água gelada e isotônicos, cerimônia de premiação, etc.

 Além da prova principal, houve disputas de 5, 10 e 21k, todas com largada às 5h45.

Encontro com Luciana Ramos na entrega de kit

Os maratonistas seriam os únicos a deixar “o Busto de Tamandaré” às 4h30, detalhe mais que importante quando se está correndo na cidade em que o sol nasce primeiro e, consequentemente, esquenta primeiro rs.


 A PROVA

 Soada a buzina, em ritmo condizente com o momento da periodização, lá fomos nós para o passeio pessoense.

 

foto da largada dos 21, 10 e 5 k

Num desenho semelhante a um L, os 18km da  primeira perna da prova, nos levaria numa viagem de ida e volta ao Centro da Cidade, através da Avenida Epitácio Pessoa.

Amanhecer o dia, podendo contemplar em ritmo confortável cartões postais como a Sólon de Lucena, realçava ainda mais o status de treino luxuoso da Maratona de João Pessoa, venturosamente encaixada na preparação rumo aos 42,2 de Porto Alegre em junho próximo.



No sobe e desce do Centro Histórico, num dos muitos cotovelos, ao cruzar com Damião, fui avisado pelo amigo que estava na 14ª colocação.


A primeira hora de corrida foi completada com pouco menos de 14km.

Correndo ao lado de um atleta do bairro de Candeias em Jaboatão dos Guararapes (Jairo Lira da Silva), com ele dividi o pensamento de quão determinante seria chegarmos na orla antes da largada das demais distâncias.


Damião voando em frente ao Teatro Santa Roza

Tirando o máximo de proveito dos declives no retorno, seguimos... e as placas iam se sucedendo, KM15, KM 16, KM17.... de repente, de longe avistávamos a multidão prestes a largar.

Pegando uma rua lateral, saímos na praia uns 500 metros à frente da arena, exatamente na hora em que a contagem regressiva era iniciada.

Time perfeito. Acredito que os atletas que não conseguiram passar antes dessa largada tiveram comprometidas as suas performances.

Com Jairo, segundos antes da largada geral, ufa

Dali por diante, minha brincadeira era perseguir os primeiros atletas que nos ultrapassava. Na verdade bem pouquinho no começo, pois os primeiros que nos alcançaram (apenas 2 atletas antes da volta dos 10 e cerca de 15 atletas antes do retorno meia) estavam voando em suas modalidades.

Experimenta daqui, experimenta dali. De repente já estava com alguns pacers de  21k. Acho que foi neste ínterim que me distanciei de Jairo. Infelizmente (ou não rs) a turma da meia, retornava 2,5 km antes dos maratonistas.

E foi justamente nesta hora em que estávamos sozinhos, que fui ultrapassado por dois corredores um na altura do km 29 e outro  (Michell Tralltiman) logo após o retorno nos 30k.

Pelas minhas contas de passa e repassa, com essa última ultrapassagem estava deixando o top 10 da maratona.


Havia uma premiação diferenciada para os 25 primeiros da prova, algo que até achava possível. Nem em meus melhores sonhos poderia me imaginar numa briga pelas 10 primeiras posições. Uma vez, porém, que a situação se apresentara, com os devidos cuidados, dedicar-me-ia a ela,

No km 32, finalmente, o engarrafamento.

Em meio a multidão que seguia na meia, olhos fixo no corredor da frente, superamos um maratonista.

De repente no km 38, aquilo que viria a ser a cereja do bolo: o encontro com Marcondes.

Recuperando-se de problemas de coluna, o amigo que vinha fazendo uma meia bem conservadora e na verdade vivia a expectativa da minha passagem, começou a me puxar nos 4 kms finais.


Coincidentemente ele havia perguntado a Michell (o corredor que vinha mirando desde o km 30) sobre sua posição na prova, que o afirmara estar em décimo colocado.

Entre as muitas caretas que os 33 graus momentâneos me exigiam para manter um ritmo mínimo competitivo, aceitável para aquele final de prova, contei ao amigo que havíamos passado um atleta há alguns minutos e que provavelmente ele não havia se dado conta.

Esforçando-me para manter-me próximo de Marcondes, disse-lhe também que Damião estava pertinho quando fizemos a volta no km 30 e provavelmente já estava colado.

No Km 40, exatamente 10 km depois, a concentração foi recompensada, e finalmente “devolvemos” a ultrapassagem.

Naquele momento, sabia-me em 8º e tendo passado na marca um pouco abaixo de 3h de prova, já estava muuuuito satisfeito com o que estava entregando em Jampa.

Some-se a isso, a alegria pelo fato de estar ali, lado a lado com um amigo tão especial, que naquele momento, ao mesmo tempo que me puxava,  também espantava o fantasma de sua não ida a Porto Alegre em junho.



Emoção até o fim, nos últimos metros deixamos para trás mais um atleta da de 42,2, conquistando nessa ultrapassagem o título da categoria 55/59, (coisa que só iria descobrir posteriormente) e a sétima colocação geral na Maratona de João Pessoa 2023, com o tempo oficial de 03h 08' 47 segundos.

Com uma generosa tirada de pé de Marcondes, conscientes da magia daquele momento em que mesmo em distâncias diferentes nossas provas se cruzaram, juntos, cruzamos o pórtico.

Com Damião esperando a premiação do Top 25

Pouco mais de 2 minutos depois, dando show de humildade e de entendimento de que cada prova é uma prova, Damião (corredor com marca de 2h52 em maratona) entre gritos eufóricos e choro de emoção genuína, transporia o tapete de chegada na décima colocação geral.

Festa, festa, festa...Graças a Deus!


 



Pré-prova - combustível nordestino dos bons 


Joãozinho (com sua mamãe) em seu primeiro voo - SSA-BSB








segunda-feira, 20 de março de 2023

RP E PÓDIO NA 38ª CORRIDA CIDADE DE ARACAJU -


com Val, Joanildo e Manoel na soltura véspera de prova 

Em 17 de março de 1855, o antigo povoado de Santo Antônio de Aracaju, num único lance, foi elevado à categoria de cidade e capital da antiga Província Sergipe Del Rey, roubando este posto da pequena São Cristóvão (4ª cidade mais antiga do país).

Algum tempo depois (1984) foi criada uma corrida entre as duas cidades que passou a fazer parte das celebrações do aniversário da Capital.

Com a turma, na histórica São Cristovão - SE


Em 2007, dois meses após minha estreia no mundo das passadas na Corrida Sagrada, conheci e apaixonei-me imediatamente pela Corrida Cidade de Aracaju.

Mas o que torna esta prova tão especialmente singular ?  

-  Sem dúvida, a alegria do povo sergipano, que desde a largada em São Cristóvão até a chegada em Aracaju, não deixa ninguém passar "incólume", rs. 

foto de arquivo

Quem já esteve por lá, sempre terá uma estória para contar sobre um apelido bem-humorado que ganhou enquanto corria,  das palavras de incentivo, dos foguetes estourados e das filas de mãos estendidas dos pequeninos à espera de um toque dos corredores. Uma energia contagiante que torna ainda mais prazerosa a viagem de 24km, pela Rodovia João Bebe Água  e suas famosas 17 ladeiras , entre as antiga e atual capitais sergipanas.

Por estas e outras, volta e meio repito o bordão: 

Se alguém me perguntasse onde eu queria estar no dia 17 de março de todos os anos da minha vida, responderia sem pestanejar: "Na maravilhosa festa entre São Cristóvão e Aracaju, conhecida como Corrida Cidade de Aracaju.

Pódio geral feminino dos 24k - Dayana Santos (4a), Anastáicia Rocha (2a), Aline Prudêncio(Campeã), Miriam Santos(3a.)  e Adriana Teodósio (5a). - 

Uma outra marca desta corrida é o seu alto nível de competitividade. A atraente premiação faz a Cidade de Aracaju parecer um enorme zoológico de tanta fera reunidas. Uma boa mostra disso foi o pódio geral feminino  em que  Marily dos Santos(6a),  ídola,  multi campeã e nossa representante nas duas últimas olimpíadas, acabou ficando de fora.

E foi assim que apesar de "correr Aracaju" há 17 anos, e ter no currículo vitórias e pódios gerais,  nunca passara nem perto de um "mero" (e bote entre aspas nisso) pódio por categoria.

Com Luciana Ramos, prontospara partir

No último sábado, graças a Deus,  mais uma vez estava na linha de largada da "São Cri, Cri", e, pela primeira vez com uma chance real de conseguir um lugar no pódio.

Sabia que a primeira coisa a fazer era superar ou igualar o tempo de 1h47, obtido no ano anterior, que projetado no resultado de então nos daria um segundo lugar na 55/59, categoria que entrei agora em 2023.

Já na volta para Bahia, com Joanildo, Manoel e Val, no Restaurante de Alfeu - km156 da Linha Verde

Obviamente, sabia, também,  que isso não era garantia de nada (é muita gente vinda de todo canto e a gente nunca sabe exatamente quem tá na categoria, quem já saiu e chegou na frente, etc), entretanto, fazer o "dever de casa", me deixaria tranquilo comigo mesmo e o resto seria apenas esperar a cerimônia de premiação e ver no que deu.

Às 16h15, pontualmente, foi dada a largada.

Sob uma temperatura surpreendentemente agradaáel, parti no ritmo que acreditava poder sustentar do começo ao fim da prova.

Por volta do km3, alcancei o amigo Renato Maia. Mostrando-lhe o braço, onde havia deixado uma cola com o tempo de algumas passagens do ano anterior (dando-lhe a ideia do foco que estava) segui em frente, não sem antes tempo de responder-lhe que buscava fazer a prova em 1h46.

Maia voando para fechar a prova com excelentes 1h47'23 - A fera está de volta1

Com 21'37 cumpri os primeiros 5km. Uma conferida na pesca e pude ver que ganhara quase 1'.

No km 8, este ganho em relação ao ano anterior já era de 02 minutos. Era sem dúvida um promissor começo de prova.

Foi bem por essa altura que encostou em mim um corredor com aquelas têmporas brancas. Pensei: Esse deve ser da minha categoria.


Daqui a pouco alcançamos outro "candidato" a 55/59, que acelerou o passo resistindo a nossa ultrapassagem.

Como disse lá em cima, a gente nunca tem certeza rs, no entanto aconteceu algo providencial. Uma equipe de rapazes ao ser engolidos pelo ritmo que íamos, divertidamente observaram que éramos por assim dizer "velhinhos velozes" rs, e entre gracejos e demonstrações de carinho e admiração, lançaram a pergunta: "Quantos anos vocês tem"?

Fui logo respondendo: "Tenho 55 e infelizmente estes dois aqui devem ter a mesma idade".

O atleta que resistiu a ultrapassagem não disse nada, mas apertou ainda mais o passo (suspeito rs) e o que havia me alcançado antes, disse ter 57 anos.  

Pronto era o que temia...

Sem saber quantos outros poderiam ter lá na frente. Ali ao lado, apesar de estar num ritmo muito melhor do que necessitava para igualar o tempo do ano passado, já havia "inimigos".


Aos poucos consolidamos a ultrapassagem, e mesmo sabendo que ao lado estava um adversário que seria osso duro de roer, dividi com o corredor de Garanhuns que me disse estar correndo há apenas 7 anos e nunca havia corrido ali, as informações sobre os kms mais decisivos à frente.


Juntos passamos pelos kms 9, 10 e 11, os mais íngremes da prova, com ritmo circundando o 4'30/km.


Entre o km 12 e 13, comecei a apertar mais o ritmo, era hora de tentar me desvencilhar.

Completei 1h de prova no exato instante que passava a marca dos 14km. Aquilo já representava um ganho de 4'  (quatro minutos) em relação ao ano anterior. 

Com o histórico de fazer um fim de prova forte (é importante ressaltar que nunca fiz uma prova ruim em Aracaju, os outros é que sempre fizeram ainda melhor rs), confiante, pé em baixo, segui em frente. 

Após a última ladeira no km 19/20,, naquela infinidade de cruzamento até chegar na orla, só pensava em apertar, apertar e a esperança de beliscar um lugarzinho no pódio só aumentava.



Guiado pelo som e luzes, avançava com a paz de quem sentia que havia feito o dever de casa... 

Ao cruzar o pórtico com o tempo de 1h41'42, estabelecia uma nova marca pessoal (a anterior, 1h43'52 era de 2013) na Corrida Cidade de Aracaju. 




A expectativa duraria até a hora da Premiação, quando fui chamado para ocupar a primeira colocação na categoria 55/59.

59ª  entre os 932 atletas masculinos concluintes e o pódio tão sonhado com direito a título da categoria

Festa, festa, festa, com os amigos e parceiros desta viagem para Aracaju, que haviam cumprido suas missões, destaque especial para Val, que, baixando 4' da sua prova do ano passado,  em seu segundo ano de Corrida Cidade de Aracaju, conseguiu seu segundo pódio consecutivo (quanta diferença da minha estória rs) desta vez, como vice-campeã da faixa. Se tudo der certo, corredora disciplinada que ela é, em 2024, vai poder pedir música no Fantástico rs.

Val no pódio da 50/54  com Márcia Goretti e a grande campeã Geovanna Pereira

A Deus, ao Mestre Marcelo Augusti, aos amigos que se juntam para os treinos do dia a dia, a toda boa energia do povo sergipano, e a todos que contribuem direta e indiretamente para tornar possível a realização desse sonho de hoje, só agradecer.



Muitíssimo Obrigado!

Embalando os "nenéns", Felizes,  também,  pela baixa das marcas pessoais em significativos minutos
"



no regenerativo do dia seguinte




Marielly






Turma em Salvador prontos para Go Green - Destaque especial para Su campeã geral feminina 5k


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Su,campeã dos 5k Go Green


D. Geni e as Peleteiros Roberta e Rebeca