domingo, 29 de março de 2026

SALVADOR 10 MILHAS

E finalmente chegou a hora de brincarmos em nossa primeira competição oficial do ano: SALVADOR 10 MILHAS 2026.

A 15 dias da Maratona de São Paulo e após um ciclo que  em vários momentos foi preciso abrir mão da intensidade para conseguir entregar pelo menos o volume ( dando sempre graças a Deus rs), nossas pretensões nesta prova estavam muito bem delineadas: Correr ritmado do começo ao fim, num pace próximo ao que buscaremos sustentar na capital paulista e afastar o fantasma de um desconforto que não chegara a se instalar de vez, mas que andara rondando o músculo adutor da coxa esquerda.

No mais, era curtir o belo trajeto  no  aniversário de nossa querida Salvador.

Para nos adequarmos ao clima das 10 milhas, ajustamos o lap automático do Garmin para 1,6 e fomos.

Correndo, chegamos ao Rio Vermelho quase na hora da largada. Um mundo de gente (coisa bonita de se ver naquela manhã chuvosa) já aguardava a hora de soar o apito inicial.

Nesta prova, também tem a opção 5 milhas que larga lá da Praça Cairu (próximo ao Elevador Lacerda) e as largadas aconteceriam de forma simultâneas.

As 6h05 chegou a hora de partir, quase dois minutos depois cruzamos o pórtico e começamos a viagem do Rio Vernelho a Ponta do Humaitá.

Apesar do grande número de atletas a frente, não tivemos dificuldade para rodar no ritmo pretendido desde o comecinho.

Apenas na quarta milha, trecho em nos deliciávamos com a subida da Ladeira da Barra, o ritmo, naturalmente, subiu.

Na descida da Contorno havia até uma possibilidade de compensação, mas feliz com a sensação de conforto nas pernas, optamos por não forçar a barra.

No fim, um pouco pela falta de ritmo de prova e outro tanto, pelas administrações do ciclo, manter o ritmo já nos exigia uma concentração maior no relógio,  idem para a sensação de esforço.