E finalmente chegou a hora de brincarmos em nossa primeira competição oficial do ano: SALVADOR 10 MILHAS 2026.
A 15 dias da Maratona de São Paulo e após um ciclo que em vários momentos foi preciso abrir mão da intensidade para conseguir entregar pelo menos o volume ( dando sempre graças a Deus rs), nossas pretensões nesta prova estavam muito bem delineadas: Correr ritmado do começo ao fim, num pace próximo ao que buscaremos sustentar na capital paulista e afastar o fantasma de um desconforto que não chegara a se instalar de vez, mas que andara rondando o músculo adutor da coxa esquerda.
No mais era curtir o belo trajeto no aniversário de nossa querida Salvador.
Para nos adequar ao clima das 10 milhas, ajustamos o lap automático do Garmin para 1,6 e fomos.
Correndo, chegamos ao Rio Vermelho quase na hora da largada. Um mundo de gente (coisa bonita de se ver naquela manhã chuvosa) já aguardava a hora de soar o apito inicial.
Nesta prova, também tem a opção 5 milhas que larga lá da Praça Cairu (próximo ao Elevador Lacerda) e as largadas aconteceriam de forma simultâneas.
As 6h05 chegou a hora de partir, quase dois minutos depois cruzamos o pórtico e começamos a viagem do Rio Vernelho a Ponta do Humaitá.
Apesar do grande número de atletas a frente, não tivemos dificuldade para rodar no ritmo pretendido desde o comecinho.
Apenas na quarta milha, trecho em nos deliciávamos com a subida da Ladeira da Barra, o ritmo, naturalmente, subiu.
Na descida da Contorno havia até uma possibilidade de compensação, mas feliz com a sensação de conforto nas pernas, optamos por não forçar a barra.
No fim, um pouco pela falta de ritmo de prova e outro tanto, pelas administrações do ciclo, manter o ritmo já nos exigia uma concentração maior no relógio, idem para a sensação de esforço.